Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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QUEM VÊ MÁSCARA NÃO VÊ CARA: NÃO DÁ PARA FAZER PROTESTO AO LADO DO INIMIGO

anonymousNas manifestações recentes do Brasil muita gente não entendeu nada, mas também tem muita gente se aproveitando atrás de máscaras. E quem vê máscara não vê cara.

As lutas das ruas começaram como um movimento social para baixar tarifas e foram condenadas pela grande mídia. Mas depois tudo virou, receberam o apoio da grande mídia e tornaram-se uma luta fascista, com intolerância e com a participação de partidos e dos próprios movimentos sociais.

Houve muita infiltração nas passeatas e um clima de intolerância que lembra o nazismo. Hitler, em vídeo, já dizia que o chamavam de intolerante. E assim ele realmente se entendia e acabou com os partidos políticos.  Veja vídeo: é muito instrutivo e histórico.

Há muitos protestos e manifestações sendo chamadas por quem usa máscara. Mas quem está por trás dessas máscaras? No protesto chamado de Greve Geral para dia 01 de julho, por exemplo, é organizado por Felipe Chamone, que  tem um perfil armamentista e militarista. Atrás de máscaras, direita e esquerda ou reacionário e progressistas são a mesma coisa. E você, como fica?

As bandeiras de partidos, as organizações sociais precisam ser vistas, precisam ter a liberdade de aparecer e se mostrar. As pessoas precisam saber ao lado de quem estão caminhando. Não dá para sair em passeata ao lado do inimigo.

Será que vale a pena por a sua cara para bater em nome de quem está atrás de máscaras?

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O RECADO JÁ FOI DADO: É HORA DE MUDAR AS ESTRATÉGIAS E SAIR DAS RUAS

Existem inúmeras formas de atuação política. A manifestação nas ruas, em passeata, é uma delas.

Existem estratégias de avanço e recuo. É hora de refletir e abrir novos caminhos.

O ar fascista que tomou as manifestações, com a destruição de bandeiras de partidos políticos, precisa ser negado por quem já está acordado faz tempo, por quem tem bandeira de luta, ainda que não erga em praça pública.

Não é possível participar de manifestações intolerantes com os próprios manifestantes.

O importante é que os recados já foram dados:

1. a democracia representativa brasileira precisa de avanços, com maior consulta e participação popular.

2. É preciso avançar na distribuição de renda e investimento em saúde e educação.

3. A população quer participar mais do relativo sucesso econômico do Brasil dos últimos anos.

4. Não dá para ter uma democracia sem povo.

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