Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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ESCOLA ESTADUAL MINEIRA, QUE RECEBEU PRÊMIO DE MELHOR EXPERIÊNCIA NA GESTÃO DA ESCOLA PÚBLICA, OFERECE CANTO, MÚSICA E DANÇA

Escola mineira recebe prêmio de gestão de escolas públicas

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Escola Estadual Doutor Luís Pinto, de Santa Rita do Sapucaí (MG), foi a grande vencedora do Prêmio Referência Nacional em Gestão Escolar, que a cada ano elege as melhores experiências de administração de escolas públicas. Para a diretora do colégio, Monica Ribeiro, a principal razão para o sucesso é o alto grau de comprometimento de toda a equipe escolar. Saiba mais

PRÓXIMO DOS 100 MIL ACESSOS, BLOG EDUCAÇÃO POLÍTICA RECEBE INDICAÇÃO AO PRÊMIO LEMINISCATA

O blog Educação Política está próximo de completar 100 mil acessos. Nada melhor para comemorar do que a indicação e o reconhecimento pelo trabalho feito por parceiros do mundo da blogosfera. Digo isso porque o Educação Política foi  selecionado por Flávio Lapa Claro, do blog Investigador de Política, para receber o prêmio Leminiscata. Segue abaixo trecho do texto da indicação. Ao Flávio e aos leitores do blog, muito obrigado!
Glauco Cortez

Selo do Prêmio Leminiscata

Selo do Prêmio Leminiscata

O Prêmio Lemniscata é um selo concedido a blogs que alguém que já o recebeu considera merecedores. É uma indicação para que os leitores do blog que já o recebeu leiam outros blogs selecionados; é uma divulgação de outros blogs, que o editor do blog que já o recebeu faz a seus leitores. (…)

Para selecionar os blogs que indicarei a seguir, estabeleci os seguintes parâmetros:

  • Originalidade;
  • Temas abordados;
  • Diversidade de temas;
  • Não engajamento exclusivamente político-partidário;
  • Análise dos temas;
  • Argumentação utilizada;
  • Senso de humor;
  • Utilização adequada do idioma pátrio (excluindo desse parâmetro as novas regras da ortografia, pois ainda não consigo fazer esse tipo de avaliação);

Seguindo esses critérios, sou obrigado, por este ou aquele motivo, a deixar fora da lista alguns dos meus prediletos, como, por exemplo, o Jornal Flit Paralisante, o Desabafo Brasil e outros mais, que se encontram na barra lateral esquerda do Investigador de Polícia.
Também sou obrigado a excluir do rol o Visão Panorâmica – que seria, com certeza, a minha primeira indicação – por ter sido quem nos outorgou este selo…

Justificativas expostas, vamos às indicações:

  1. Blog do Ligeirinho;
  2. Blog da Insegurança;
  3. Educação Política;
  4. RastreadoreS de ImpurezaS;
  5. Hariovaldo Almeida Prado;
  6. Cidadania.com;
  7. Clipping do Tato

Agradecemos muito ao A. Maximus por nos ter oferecido este regalo, que tanto orgulho nos trouxe. Lembranças como essa fazem o nosso sentimento de estarmos contribuindo para o aperfeiçoamento de algo muito maior que nós: a Nação Brasileira.

Flávio Lapa Claro
Investigador de Polícia

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FERNANDO MEIRELLES QUE SE CUIDE, A REVISTA VEJA NÃO DEVE PERDOÁ-LO POR ENTREGAR SEU PRÊMIO AO JUIZ FAUSTO DE SANCTIS

Meirelles repassa troféu a juiz De Sanctis

Claudio Leal/Terra Magazine

Cineasta mandou recado à revista Veja

Cineasta mandou recado à revista Veja

O cineasta Fernando Meirelles, diretor de Ensaio sobre a cegueira, realizou uma premiação particular e inabitual ao juiz da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Fausto de Sanctis, que condenou o banqueiro Daniel Dantas a 10 anos de prisão por corrupção ativa.

Vencedor do prêmio “Paulistanos do Ano 2008”, da Veja São Paulo, Meirelles repassou o troféu ao magistrado por achar que havia um paulistano que merecia a homenagem mais do que ele. A notícia foi antecipada pela coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo desta quinta, 18. Em cima da placa, Meirelles colou um papel: “Fausto De Sanctis/ O Homem!”.

Em novembro, De Sanctis recusou a promoção à vaga de desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Permaneceu no caso Dantas e condenou o banqueiro por tentativa de suborno ao delegado Vitor Hugo Alves, da Polícia Federal.

O cineasta foi procurado por Terra Magazine, mas se encontra em Dubai, onde divulga Ensaio. Na carta a De Sanctis, ele diz se orgulhar da “capacidade de resistir às pressões” do presenteado.

Fernando Meirelles que se prepare e leia o que Nassif escreveu sobre os assassinatos de reputação da revista Veja. A revista Veja é conhecida pela distribuição (não é venda) de 1 milhão de exemplares e por criticar as melhores escolas particulares do país. Por quê? Por que essas escolas fazem os alunos pensarem. E isso deve ser muito ruim para a revista.

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CRIATIVIDADE DE PROFESSORES É PREMIADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Mais de 30 professores são premiados por práticas inovadoras

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Trinta e um professores de diferentes estados do país receberam hoje (3) o prêmio Professores do Brasil. Essa é a terceira edição da premiação que teve 779 experiências inscritas. O objetivo é valorizar e divulgar boas práticas de sala de aula desenvolvidas por esses profissionais.

A professora Nádia Maria Rodrigues, do Centro de Ensino Fundamental 18 de Taguatinga, cidade-satélite de Brasília, foi uma das finalistas. Ela criou um projeto especial para ensinar a história e a cultura afro-brasileira a seus alunos do 2° ano do ensino fundamental.

“Foi uma motivação interna minha. Eu resolvi assumir o meu cabelo crespo e comecei a ler sobre a questão negra. Eu comecei a ler esses temas e vi que as crianças sofrem com o preconceito, com a discriminação, mas elas não sabem o que é isso, não sabem se defender. Como educadora, eu não poderia deixar de fazer esse trabalho”, justifica a professora, que é negra.

Os ganhadores são divididos em quatro categorias: educação infantil, anos iniciais e anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Além de troféu, os professores recebem R$ 5 mil e as escolas são premiadas com equipamentos audiovisuais ou multimídia de até R$ 2 mil.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que é importante divulgar esses projetos. Ele citou a idéia de transformar o resultado da premiação em livro. “Esse é um prêmio de sucesso porque valoriza os trabalhadores inovadores e transformadores de professores de todo o Brasil, em todos os níveis da educação básica. Nós vamos fazer uma publicação de todas essas práticas e mandar para as escolas públicas para inspirar novas e boas práticas”, afirmou Haddad.

Ninfa Fausto, professora do município de Pindaí (BA), foi finalista com um projeto de resgate da memória da comunidade, com estudo dos documentos e arquivo histórico. “Hoje acontece esse processo de desenraizamento e a gente perde a nossa identidade. Eu quis valorizar esse patrimônio presente na nossa comunidade e que reforça a identidade do nosso lugar”, explica.

O prêmio Professores do Brasil é promovido pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), Fundação Bunge, Instituto Votorantim e Instituto Pró-Livro.

“O prêmio reconhece e premia o esforço do professor. E, mais do que isso, ele divulga o que foi feito. Isso é muito bom porque professores que tomam conhecimento do prêmio ficam estimulados a fazer algo diferente, por isso o prêmio passa a ser inspirador de novas práticas”, avalia a presidente da Undime, Justina Araújo.

A lista completa dos professores premiados está disponível no site do MEC.

EDUCAÇÃO FOI TEMA DO PRÊMIO JOVEM CIENTISTA DESTE ANO

Prêmio Jovem Cientista premia iniciativas para reduzir desigualdades

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) apresentou hoje (22) as vencedoras do prêmio Jovem Cientista. Com 1.748 inscrições, o prêmio este ano teve como tema Educação para Reduzir as Desigualdades.
As três ganhadoras foram Júlia Soares Parreiras, na categoria estudante de nível médio, Teresinha Cristina da Costa Rocha, na de nível superior e Sheila Regina dos Santos Pereira, na de graduado.

Júlia fez um trabalho de desinfecção da água por meio da concentração solar. Com isso, ela ajudou comunidades carentes próximas a Belo Horizonte (MG) a transformar a água de um rio poluído em produto de boa qualidade utilizando apenas garrafas PET, papelão e tinta preta.

Já a estudante do último ano de filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais, Teresinha Rocha, foi vencedora do Jovem Cientista porque desenvolveu um dicionário de filosofia na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Com a ajuda de pessoas surdas da comunidade acadêmica, ela criou gestos para representar palavras que antes não tinham correspondência em Libras – como “metafísica”, por exemplo. O dicionário, em CD ROM, permite que a pessoa veja uma foto do gesto e a palavra escrita em língua portuguesa.

Já a vencedora do prêmio na categoria graduado, Sheila Pereira, apresentou a pesquisa  Oguntec: uma experiência de ação afirmativa no fomento à educação científica através da educação. O estudo analisa o trabalho realizado pelo projeto Oguntec que faz o acompanhamento escolar de 35 alunos de escolas públicas de Salvador (BA) durante os três anos do ensino médio, de modo a prepará-los para o vestibular.

A escolha da educação como tema deste ano do Prêmio Jovem Cientista,  segundo o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago, foi política. “Houve uma opção de natureza política, para chamar a atenção de que educação é uma coisa muito importante. Nenhum país vai se desenvolver sem educação”, afirmou.

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