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PRIVATARIA IMORTAL: CAMPANHA QUER LEVAR AMAURY RIBEIRO JR, AUTOR DE ‘PRIVATARIA TUCANA’ PARA A CADEIRA 36 DA ABL

Fernando Henrique nos tempos da privataria tucana

Fernando Henrique nos tempos da privataria tucana

 

Autor de ‘A Privataria Tucana’ vai disputar Academia Brasileira de Letras com FHC

Da Carta Maior

São Paulo – Um grupo de jornalistas, intelectuais e professores universitários progressistas lança nesta segunda-feira (8) uma campanha para defender o nome do jornalista Amaury Ribeiro Júnior para a Academia Brasileira de Letras (ABL).

Jornalista premiado, hoje funcionário da TV Record, Ribeiro Jr. é autor do best-seller “A privataria tucana”, livro-reportagem denuncia irregularidades na venda de empresas estatais durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

A candidatura de Ribeiro Jr. visa se contrapor à do próprio Fernando Henrique, que está inscrito para disputar a cadeira de número 36, que está vaga desde que o jornalista e escritor paulista João de Scantimburgo morreu, em 22 de março passado.

As inscrições de candidaturas na ABL podem ser feitas até 26 de abril. Depois deste prazo, a entidade marca em até 60 dias uma reunião para a eleição, em que o novo imortal deve ter a metade mais um dos votos dos atuais imortais para ser eleito para a cadeira.

Leia, a seguir, o manifesto da candidatura de Amaury Ribeiro Jr. Para assinar, clique aqui.

“A PRIVATARIA É IMORTAL – Amaury Ribeiro Júnior para a Academia Brasileira de Letras

Não é a primeira vez que a Academia Brasileira de Letras tem a oportunidade de abrir suas portas para o talento literário de um jornalista. Caso marcante é o de Roberto Marinho, mentor de obras inesquecíveis, como o editorial de 2 de abril de 64:

“Ressurge a Democracia, Vive a Nação dias gloriosos” – o texto na capa de “O Globo” comemorava a derrubada do presidente constitucional João Goulart, e não estava assinado, mas trazia o estilo inconfundível desse defensor das liberdades. Marinho tornou-se, em boa hora, companheiro de Machado de Assis e de José Lins do Rego.

Incomodada com a morte prematura de “doutor” Roberto, a Academia acolheu há pouco outro bravo homem de imprensa: Merval Pereira, com a riqueza estilística de um Ataulfo de Paiva, sabe transformar jornalismo em literatura; a tal ponto que – sob o impacto de suas colunas – o público já não sabe se está diante de realidade ou ficção.

Esses antecedentes, “per si”, já nos deixariam à vontade para pleitear – agora – a candidatura do jornalista Amaury Ribeiro Junior à cadeira 36 da Academia Brasileira de Letras.

Amaury, caros acadêmicos e queridos brasileiros, não é um jornalista qualquer. É ele o autor de “A Privataria Tucana” – obra fundadora para a compreensão do Brasil do fim do século XX.

Graças ao trabalho de Amaury, a Privataria já é imortal! Amaury Ribeiro Junior também passou pelo diário criado por Irineu Marinho (o escritor cubano José Marti diria que Amaury conhece, por dentro, as entranhas do monstro).

Mas ao contrário dos imortais supracitados, Amaury caminha por outras tradições. Repórter premiado, não teme o cheiro do povo. Para colher boas histórias, andou pelas ruas e estradas empoeiradas do Brasil. E não só pelos corredores do poder.

Amaury já trabalhou em “O Globo”, “Correio Braziliense”, “IstoÉ”, “Estado de Minas”, e hoje é produtor especial de reportagens na “TV Record”. Ganhou três vezes o Prêmio Esso de Jornalismo. Tudo isso já o recomendaria para a gloriosa Academia. A obra mais importante do repórter, entretanto, não surge dos jornais e revistas. “A Privataria Tucana” – com mais de 120 mil exemplares comercializados – é o livro que imortaliza o jornalista.

A Privataria é imortal – repetimos!

O livro de Amaury não é ficção, mas é arte pura. Arte de revelar ao Brasil a verdade sobre sua história recente. Seguindo a trilha aberta por Aloysio Biondi (outro jornalista que se dedicou a pesquisar os descaminhos das privatizações), Amaury Ribeiro Junior avançou rumo ao Caribe, passeou por Miami, fartou-se com as histórias que brotam dos paraísos fiscais.

Estranhamente, o livro de Amaury foi ignorado pela imprensa dos homens bons do Brasil. Isso não impediu o sucesso espetacular nas livrarias – o que diz muito sobre a imprensa pátria e mais ainda sobre a importância dos fatos narrados pelo talentoso repórter.

A Privataria é imortal! Mas o caminho de Amaury Ribeiro Junior rumo à imortalidade, bem o sabemos, não será fácil. Quis o destino que o principal contendor do jornalista na disputa pela cadeira fosse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

FHC é o ex-sociólogo que – ao virar presidente – implorou aos brasileiros: “Esqueçam o que eu escrevi”. A ABL saberá levar isso em conta, temos certeza. É preciso esquecer.

Difícil, no entanto, é não lembrar o que FHC fez pelo Brasil. Eleito em 1994 com o apoio de Itamar Franco (pai do Plano Real), FHC prometeu enterrar a Era Vargas. Tentou. Esmerou-se em desmontar até a Petrobras. Contou, para isso, com o apoio dos homens bons que comandam a imprensa brasileira. Mas não teve sucesso completo.

O Estado Nacional, a duras penas, resistiu aos impulsos destrutivos do intelectual Fernando.

Em 95, 96 e 97, enquanto o martelo da Privataria tucana descia velozmente sobre as cabeças do povo brasileiro, Amaury dedicava-se a contar histórias sobre outra página vergonhosa do Brasil – a ditadura militar de 64. Em uma de suas reportagens mais importantes, sobre o massacre de guerrilheiros no Araguaia, Amaury Ribeiro Junior denunciou os abusos cometidos pela ditadura militar (que “doutor” Roberto preferia chamar de Movimento Democrático).

FHC vendia a Vale por uma ninharia. Amaury ganhava o Prêmio Esso…

FHC entregava a CSN por uns trocados. Amaury estava nas ruas, atrás de boas histórias, para ganhar mais um prêmio logo adiante…

As críticas ao ex-presidente, sabemos todos nós, são injustas. Homem simples, quase franciscano, FHC não quis vender o patrimônio nacional por valores exorbitantes. Foi apenas generoso com os compradores – homens de bem que aceitaram o duro fardo de administrar empresas desimportantes como a Vale e a CSN. A generosidade de FHC foi muitas vezes incompreendida pelo povo brasileiro, e até pelos colegas de partido – que desde 2002 teimam em esquecer (e esconder) o estadista Fernando Henrique Cardoso.

Celso Lafer – ex-ministro de FHC – é quem cumpre agora a boa tarefa de recuperar a memória do intelectual Fernando, ao apresentar a candidatura do ex-presidente à ABL. A Academia, quem sabe, pode prestar também uma homenagem ao governo de FHC, um governo simples, em que ministros andavam com os pés no chão – especialmente quando tinham que entrar nos Estados Unidos.

Amaury não esqueceu a obra de FHC. Mostrou os vãos e os desvãos, com destaque para o caminho do dinheiro da Privataria na volta ao Brasil. Todos os caminhos apontam para São Paulo. A São Paulo de Higienópolis e Alto de Pinheiros. A São Paulo de 32, antivarguista e antinacional. A São Paulo de FHC e do velho amigo José Serra – também imortalizado no livro de Amaury.

Durante uma década, o repórter debruçou-se sobre as tenebrosas transações. E desse trabalho brotou “A Privataria Tucana”.

Por isso, dizemos: se FHC ganhar a indicação, a vitória será da Privataria. Mas se Amaury for o escolhido, aí a homenagem será completa: a Privataria é imortal!

===

Se você apoia Amaury para a ABL, deixe abaixo seu nome, profissão e/ou entidade. Veja quem já aderiu à campanha “A Privataria é imortal”:

Altamiro Borges , Antonio Cantisani Filho
Breno Altman, Conceição Lemes, Daniel Freitas, Dermi Azevedo, Diogo Moysés, Elis Regina Brito Almeida
Emiliano José, Emir Sader, Enio Squeff, Ermínia Maricato
Flavio Wolf Aguiar, Gilberto Maringoni
Inácio Neutzling, Ivana Jinkins, Joaquim Ernesto Palhares
Joaquim Soriano, João Brant, José Arbex Jr., Julio Guilherme De Goes Valverde
Katarina Peixoto, Ladislau Dowbor, Laurindo Leal Filho, Lúcio Manfredo Lisboa
Luiz Carlos Azenha, Luiz Fernando Emediato, Luiz Gonzaga Belluzzo, Marcel Gomes, Marcio Pochmann, Marco Aurelio Weissheimer, Marcos Dantas, Paulo Henrique Amorim, Paulo Salvador, Raul Millet Filho, Reginaldo Nasser, José Reinaldo Carvalho, Renato Rovai, Rodrigo Vianna, Samuel Pinheiro Guimarães, Venício Lima, Wagner Nabuco”

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Pouco explorado pela mídia, pode ser uma cabo eleitoral arrasador

A Privataria Tucana é um livro de autoria do jornalista brasileiro Amaury Ribeiro Jr, ex-repórter especial da revista Isto É e do cotidiano O Globo e ganhador de diversos prêmios Esso de jornalismo. O título do livro (“privataria”) é um neologismo que combina privatização a pirataria, criado pelo jornalista Elio Gaspari, e “Tucano” é um apelido comum dado a membros do PSDB, a partir de um dos símbolos do partido, o pássaro tucano.

O livro, resultado de 12 anos de investigação sobre as “privatizações no Brasil”, destaca documentos que apresentam indícios e evidências de irregularidades nas privatizações que ocorreram durante a administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, além de amigos e parentes de seu companheiro de partido, José Serra. Os documentos procuram demonstrar que estes políticos e pessoas ligadas a eles realizaram, entre 1993 e 2003, movimentos de milhões de dólares, lavagem de dinheiro através de offshores – empresas de fachada que operam em Paraísos Fiscais – no Caribe.

Privataria Tucana contém cerca de 140 páginas de documentos fotocopiados que evidenciam que o então Ministro do Planejamento e futuro Ministro da Saúde de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Serra, recebeu propina de empresários que participaram dos processos de privatização no Brasil. (wikipedia)

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Será Maia o melhor cabo eleitoral de José Serra?

A candidatura de Fernando Haddad (PT), em São Paulo, só tem boas chances se a CPI da privataria tucana, proposta pelo deputado Protógenes Queiroz (PCdoB), decolar na Câmara Federal.

Haddad, apesar do apoio do ex-presidente Lula e de certa união do PT paulista, terá grandes dificuldades para vencer o conservadorismo arraigado no estado e mantido pelo tucanato.

Haddad é pouco conhecido e não tem o palanque que Dilma Rousseff teve no plano nacional. Além disso, Dilma ganhou porque foi bem votada em outras partes do Brasil.

São Paulo mantém um conservadorismo político e judiciário capaz de expulsar o próprio povo de sua moradia em um bairro pobre, como aconteceu no bairro Pinheirinho, São José dos Campos – SP.  São Paulo promoveu um elo forte para sustentação do Golpe de 64.

A face feudal do estado está arraigada nas principais instituições. A grande mídia chega ao limite de associação com criminosos para produzir reportagens como demonstraram as investigações sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Mas não para aí. É em São Paulo também que associações de juízes reagiram às investigações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra a corrupção.

A CPI da privataria poderia quebrar ou ao menos acuar esse bloco monolítico e permitir a vitória de Fernando Haddad. As informações contidas no livro Privataria Tucana, se chegarem ao grande público, serão devastadoras para o tucanato paulista, principalmente para José Serra, que é acusado junto com a filha, genro, parentes e etc de um verdadeiro assalto aos cofres públicos.

É por isso que Marco Maia poderá ser o grande cabo eleitoral da vitória de José Serra, isso se não instalar logo a CPI da privataria tucana.

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Merval, o soldado dos privatas

Um dos poucos jornalistas que deu a cara para desqualificar o livro Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr,  foi Merval Pereira, tanto no jornal O Globo como na rádio CBN. Mas isso não adianta muito, é preciso ter consistência na argumentação.

E quem tem consistência parece ser o editor do livro, Luiz Fernando Emediato. Ele é a pessoa mais preocupada com a qualidade das informações presentes no livro, visto que poderia sofrer sérios danos a sua imagem e ao seu bolso se publicasse informações mentirosas. Emediato foi quem investiu dinheiro no livro do Amaury e garante que as informações são irrefutáveis.

 Em entrevista para a Band, uma das raras notícias sobre o livro depois de uma semana de estardalhaço na internet,  Emediato disse o seguinte:

 “o processo de edição foi demorado. “Fiz questão de obter todas as cópias originais dos documentos, que saíram de cartórios, autenticados e com firma reconhecida”. 

Além de obter cópias dos documentos já obtidos anteriormente, Emediato tomou outras precauções. “Antes de publicar, consultei três advogados e um membro do Ministério Público. Eles me disseram que são provas irrefutáveis”. (texto integral)

Moral da história: a falácia de Merval é a fala de Emediato.

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A batalha de Protógenes mal começou

Ao que parece, a repercussão do livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, não vai se restringir apenas a fazer cair a máscara de boa parte da direita nacional e da velha mídia que lhe serve de respaldo. As consequências das denúncias de corrupção envolvendo as privatizações feitas durante o governo FHC prometem revelar também as divisões internas dentro do próprio PT.

Isso já começou a acontecer. Como mostra notícia publicada pela revista Carta Capital, e como divulgamos ontem aqui no Educação Política, das 185 assinaturas confirmadas no pedido de abertura da CPI da Privataria na Câmara, apenas 67, ou seja, pouco menos da metade, é de deputados do PT, o que permite concluir que os caciques do partido não pretendem facilitar a criação da Comissão.

A reação um tanto constrangida do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) ao receber do deputado Protógenes Queiróz (PCdoB-SP) o documento com as assinaturas revela que o caminho vai ser longo para aqueles que querem fazer valer justiça em uma realidade política onde os interesses são tão peculiares a ponto de metade da situação não querer que a oposição seja investigada.

A CPI, se acontecer, ficará mesmo só para 2012. O curioso, no entanto, não seria nem tanto a reação de Marco Maia que, como lembra a revista, pode estar revestida apenas de um “traje institucional”, e sim o fato de alguns nomes importantes dentro do PT simplesmente não constarem da lista dos requerentes da CPI da Privataria Tucana que, mesmo as pessoas não sabendo direito do que se trata pelos interesses de boa parte da mídia, está dando o que falar.

Veja abaixo trecho da notícia publicada pela Carta Capital:

PT ‘racha’ para assinar CPI

Pouco menos da metade das 185 assinaturas confirmadas no pedido de abertura da CPI da Privataria na Câmara é de deputados do PT, a maior bancada da Casa. Ao todo, 67 petistas assinaram o documento, entre eles lideranças como André Vargas, Dr. Rosinha, Henrique Fontana, Vicentinho e Ricardo Berzoini.

Existem, no entanto, dois sinais de que, para sair do papel, a comissão não contará com tanta boa vontade dos caciques do partido.

O primeiro foi o certo constrangimento do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), ao receber do deputado Protógenes Queiróz (PCdoB-SP) o documento com as assinaturas.

Enquanto o ex-delegado dizia em seu Twitter que contava com o apoio do presidente da Câmara, Maia saiu de fininho, dizendo que ainda precisava observar as exigências regimentais para a criação da CPI. E que tudo só seria feito no início de 2012, quando as tramóias do governo tucano deveriam entrar na fila para serem investigadas pelos deputados, que já encaminharam comissões sobre o tráfico de pessoas e trabalho escravo. (Texto completo)

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Vaccarezza foi um dos que não assinaram

Veja a lista de deputados do PT que não assinaram a  CPI da Privataria Tucana.

O presidente da Câmara, Marco Maia, tem uma explicação porque é presidente da Câmara que vai investigar, mas e os outros?

BENEDITA DA SILVA PT RJ – dep.beneditadasilva@camara.gov.br
CÂNDIDO VACCAREZZA PT SP – dep.candidovaccarezza@camara.gov.br (líder do governo Dilma)
CARLINHOS ALMEIDA PT SP – dep.carlinhosalmeida@camara.gov.br
DALVA FIGUEIREDO PT AP – dep.dalvafigueiredo@camara.gov.br
DÉCIO LIMA PT SC – dep.deciolima@camara.gov.br
EDSON SANTOS PT RJ – dep.edsonsantos@camara.gov.br
GILMAR MACHADO PT – MG dep.gilmarmachado@camara.gov.br
JESUS RODRIGUES PT PI – dep.jesusrodrigues@camara.gov.br
JILMAR TATTO PT SP – dep.jilmartatto@camara.gov.br
JOSÉ AIRTON PT CE – dep.joseairton@camara.gov.br
MARCO MAIA PT RS – dep.marcomaia@camara.gov.br (presidente da Câmara)
MIGUEL CORRÊA PT MG – dep.miguelcorrea@camara.gov.br
ODAIR CUNHA PT MG dep.odaircunha@camara.gov.br
PAULO TEIXEIRA PT SP dep.pauloteixeira@camara.gov.br
PEDRO EUGÊNIO PT PE dep.pedroeugenio@camara.gov.br
RUI COSTA PT BA dep.ruicosta@camara.gov.br
SÉRGIO BARRADAS CARNEIRO PT BA dep.sergiobarradascarneiro@camara.gov.br
ZECA DIRCEU PT PR dep.zecadirceu@camara.gov.brD

Vi no Nassif

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O pluripartidarismo da democracia brasileira demonstrou a sua força nos últimos dias. Dois acontecimentos aparentemente sem conexão mostram a força e a importância dos pequenos partidos políticos. PCdoB, PDT e PSol atuaram de forma republicana em defesa dos interesses do povo brasileiro.

O primeiro acontecimento foi a coleta de assinaturas para a CPI da privataria tucana, a partir do livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr. A possibilidade de CPI foi o que ajudou a levar a pauta para a velha mídia, que tentou escondê-la durante uma semana.

Na hora em que viu a existência de 171 assinaturas na CPI, acendeu o sinal de alerta. Pela primeira vez desde a redemocratização do país talvez, a grande imprensa se coloca contra a instalação de uma CPI de forma contundente.

Mas o deputado Protógenes Queiroz (do PCdoB), auxiliado pelo deputado Brizola Neto (PDT) fizeram uma força tarefa para coletar as assinaturas da CPI da privataria tucana, que devem passar de 200.

Nesse episódio, os dois grandes partidos políticos que buscam comandar o país, PT e PSDB, tiveram atitudes semelhantes. O PSDB se fingiu de morto e o PT em geral se dizia não saber do que se tratava. Agora a dificuldade é a instalação da CPI, que poder ser barrada pelo PT, vejam só.

Se isso ocorrer, vamos ter uma demonstração da armadilha que se instala em sistemas democráticos em que há o predomínio muito forte de apenas dois partidos políticos. Apesar de opositores, PT e PSDB têm interesses corporativos comuns. O PMDB, que também é um grande partido, é um caso à parte.

Um outro acontecimento que mostra a importância dos pequenos partidos é a ação protocolada pelo  PSOL no último dia 15  no Supremo Tribunal Federal (STF), em que pede a proibição de concessões, autorizações e renovações de radiodifusoras a políticos com mandato eletivo.

Segundo matéria do G1, de acordo com levantamento da ONG Intervozes, citado pelo partido, sete senadores e 41 deputados federais são donos de rádios ou emissoras de TV. O levantamento foi feito com base no cruzamento das declarações de renda dos políticos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). (texto completo). PT e PSDB sempre se calaram diante desse escândalo.

É certo que temos muitos… muitos pequenos partidos que são caça-níqueis, ou seja, agrupamentos cuja única ideologia é a forma mais curta de se chegar ao dinheiro do p ovo brasileiro. Por isso é que não se vê ações como essas nos outros pequenos partidos. Apesar dos problemas, são justamente essas ações que transformam pequenos partidos em grandes politicamente e dão vigor à democracia brasileira.

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Protesto contra a "Folha de S. Paulo"...

Muita gente está ouvindo falar dessa tal  privataria tucana, mas não o que é. Ainda não viu nenhuma notícia na Folha, na Veja, na Época, no Estadão, na Globo, na Band, no SBT, CBN, Band News etc.

 E isso porque  o livro que trata do tema é o maior best seller dos últimos tempos, vendeu 15 mil exemplares em 48 horas e trata do maior escândalo político da história do país.

Veja em certo momento do vídeo abaixo que o repórter relata que muitas pessoas na livraria gostariam de saber do que se trata esse assunto.  Esse é o melhor momento dessa ótima matéria da Record.  Não precisava dizer mais nada.

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REVISTA CIENTÍFICA DA USP (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) COBRA R$ 1.500,00 PARA PUBLICAR ARTIGO CIENTÍFICO APROVADO

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Esse silêncio dos grandes meios de comunicação é, como diz o vídeo abaixo de Bob Fernandes, revelador. Revelador de que há algo mais profundo e orgânico entre a privatização do governo FHC e a grande imprensa. 

Quais os interesses da grande imprensa em esconder o maior escândalo de corrupção da história do Brasil? Qual o interesse da imprensa em não falar sobre uma das maiores investigações jornalísticas do Brasil? O que tem os grandes meios de comunicação no Brasil a ver com essa história? Teriam sido os grandes meios de comunicação do Brasil beneficiados pelo esquema tucano na privatização? Essas são questões que começam a surgir diante deste silêncio estrondoso.

Veja abaixo o comentário do jornalista Bob Fernandes sobre o “silêncio estrondoso da mídia”.

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Curitiba - O candidato do PSDB, José Serra, co...

José Serra, personagem central da privatização

Veja a entrevista de Amaury Ribeiro Jr. a blogueiros, tentando furar a censura da imprensa à reportagens sobre a corrupção generalizada do PSDB durante o processo de privatização do governo de Fernando Henrique Cardoso.

No início, diz Amaury que o personagem mais importante dessa história é a própria imprensa. Ele tenta furar o bloqueio da imprensa há 20 anos e até hoje não conseguiu.

A censura continua. O livro de Amaury, apesar de ser considerada uma das maiores reportagens investigativas do Brasil, não recebeu até o momento menção e espaço condizente com o seu conteúdo e pesquisa jornalística.

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Uma narrativa digna de intensa trama, incríveis personagens e feita de fatos reais

A Privataria tucana, livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., chega às livrarias com a promessa de fazer barulho. Isso porque o livro traz uma série de documentos que comprovam todas as falcatruas e ilegalidades que estiveram por trás das privatizações ocorridas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

E não é só. A pesquisa documental do livro também coloca José Serra e boa parte da sua família como personagens centrais dessa história. Talvez seja por isso que Amaury Ribeiro tenha virado alvo de acusações durante a última campanha eleitoral e, pelo mesmo motivo, o então candidato e ex-governador teria medo do que seria publicado no livro, como lembra o jornalista em entrevista concedida à revista Carta Capital.

É assim que toda uma rede complexa de corrupção vai sendo desfiada ao longo do livro comprometendo personagens importantes do cenário político nacional e mostrando, mais uma vez, que o problema não é, nem nunca foi, a privatização em si, e sim, a forma como ela foi feita.

Veja trecho de texto sobre o assunto publicado na Carta Capital com uma entrevista dada por Amaury:

Chega às livrarias ‘A Privataria tucana’, de Amaury Ribeiro Jr. CartaCapital relata o que há no livro

Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. Neste fim de semana chega às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter, que durante a campanha eleitoral do ano passado foi acusado de participar de um grupo cujo objetivo era quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos. Ribeiro Jr. acabou indiciado pela Polícia Federal e tornou-se involuntariamente personagem da disputa presidencial.

Na edição que chega às bancas nesta sexta-feira 9, CartaCapital traz um relato exclusivo e minucioso do conteúdo do livro de 343 publicado pela Geração Editorial e uma entrevista com autor (reproduzida abaixo). A obra apresenta documentos inéditos de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, todos recolhidos em fontes públicas, entre elas os arquivos da CPI do Banestado. José Serra é o personagem central dessa história. Amigos e parentes do ex-governador paulista operaram um complexo sistema de maracutaias financeiras que prosperou no auge do processo de privatização.

Ribeiro Jr. elenca uma série de personagens envolvidas com a “privataria” dos anos 1990, todos ligados a Serra, aí incluídos a filha, Verônica Serra, o genro, Alexandre Bourgeois, e um sócio e marido de uma prima, Gregório Marín Preciado. Mas quem brilha mesmo é o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, o economista Ricardo Sérgio de Oliveira. Ex-tesoureiro de Serra e FHC, Oliveira, ou Mister Big, é o cérebro por trás da complexa engenharia de contas, doleiros e offshores criadas em paraísos fiscais para esconder os recursos desviados da privatização.

O livro traz, por exemplo, documentos nunca antes revelados que provam depósitos de uma empresa de Carlos Jereissati, participante do consórcio que arrematou a Tele Norte Leste, antiga Telemar, hoje OI, na conta de uma companhia de Oliveira nas Ilhas Virgens Britânicas. Também revela que Preciado movimentou 2,5 bilhões de dólares por meio de outra conta do mesmo Oliveira. Segundo o livro, o ex-tesoureiro de Serra tirou ou internou no Brasil, em seu nome, cerca de 20 milhões de dólares em três anos.(Texto completo)

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