Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Professores do IFCH pedem anulação de título da Unicamp dado a Jarbas Passarinho

50 anos do Golpe – Professores do IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas) fizeram uma moção que pede a anulação do título de Doutor Honoris Causa concedido durante a ditadura militar ao então ministro da Educação, Jarbas Passarinho. (Continue Lendo…)

NO LIMITE: ESTRUTURA ESCOLAR ADOECE PROFESSORES, QUE ACABAM ABANDONANDO A PROFISSÃO, REVELA PESQUISA

A discussão sobre a necessidade de uma grande reformulação na escola, que segue ainda os moldes da revolução industrial, já está bem formalizada por pesquisadores de todo o mundo, inclusive essas mudanças já estão presentes em diversas práticas isoladas. É preciso que o governante tenha coragem política e capacidade pedagógica para fazer profundas mudanças nessa estrutura centenária. Veja abaixo trecho de reportagem sobre o adoecimento de professores.

Pesquisador afirma que estrutura das escolas adoece professores

Priscilla Borges – iG Brasília

Esturtura escolar adoece professores

Esturtura escolar adoece professores

“O ambiente escolar me dá fobia, taquicardia, ânsia de vômito. Até os enfeites das paredes me dão nervoso. E eu era a pessoa que mais gostava de enfeitar a escola. Cheguei a um ponto que não conseguia ajudar nem a minha filha ou ficar sozinha com ela. Eu não conseguia me sentir responsável por nenhuma criança. E eu sempre tive muita paciência, mas me esgotei.”

O relato é da professora Luciana Damasceno Gonçalves, de 39 anos. Pedagoga, especialista em psicopedagogia há 15 anos, Luciana é um exemplo entre milhares de professores que, todos os dias e há anos, se afastam das salas de aula e desistem da profissão por terem adoecido em suas rotinas.

Para o pesquisador Danilo Ferreira de Camargo, o adoecimento desses profissionais mostra o quanto o cotidiano de professores e alunos nos colégios é “insuportável”. “Eles revelam, mesmo que de forma oblíqua e trágica, o contraste entre as abstrações de nossas utopias pedagógicas e a prática muitas vezes intolerável do cotidiano escolar”, afirma.

O tema foi estudado pelo historiador por quatro anos, durante mestrado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Na dissertação O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores , Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos que tratavam do adoecimento de professores.

Camargo percebeu que a “epidemia” de doenças ocupacionais dos docentes foi estudada sempre sob o ponto de vista médico. “Tentei mapear o problema do adoecimento e da deserção dos professores não pela via da vitimização, mas pela forma como esses problemas estão ligados à forma naturalizada e invariável da forma escolar na modernidade”, diz. (TextoCompleto)

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EDUCAÇÃO EM GREVE: PROFESSORES DE 48 INSTITUIÇÕES ESTÃO PARALISADOS E PEDEM REVISÃO DO PLANO DE CARREIRAS

Da Agência Brasil

Greve dos professores das universidades federais já atinge 48 instituições
Por Roberta Lopes

Brasília – A greve das instituições federais de ensino já atinge 46 universidades federais e mais dois institutos de ensino tecnológico, segundo levantamento do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).

A principal reivindicação dos docentes é a revisão do plano de carreiras. O sindicato defende que o atual modelo não permite uma evolução satisfatória do professor ao longo da profissão. A greve já dura mais de 15 dias.

No ano passado, o governo fechou um acordo com a categoria. Ele previa a revisão do plano de carreiras para 2013, além de um aumento de 4%, a partir de março, e a incorporação de gratificações. Os dois últimos pontos já foram concedidos, mas o novo plano continua pendente.

Na última semana, o comando de greve tinha uma reunião de negociação marcada no Ministério do Planejamento, mas o encontro foi adiado pelo próprio governo. O sindicato diz que não recebeu nenhuma justificativa para o cancelamento da reunião. O ministério informou, por meio da assessoria de imprensa, que o encontro foi apenas adiado por razões de “agenda” e será remarcado. (Texto completo)

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PAULO FREIRE: SOU PROFESSOR A FAVOR DA LUTA CONSTANTE CONTRA QUALQUER FORMA DE DISCRIMINAÇÃO E CONTRA A DOMINAÇÃO ECONÔMICA
ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO PROTESTARAM NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA CONTRA A FALTA DE REAJUSTE DAS BOLSAS
AMEAÇAS CONTRA ALUNOS PUBLICADAS NA INTERNET GERAM CLIMA DE TENSÃO E INSEGURANÇA NA UNB

É REALMENTE COMPLICADO: DEPUTADO TULIO ISAC É VÍTIMA DA PRÓPRIA PIADA AO EXIGIR UM BOM PORTUGUÊS QUE ELE MESMO NÃO TEM

EM MINAS GERAIS PROFISSIONAIS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO REIVINDICAM AUMENTO DO PISO SALARIAL

Na falta de professor, falta todo resto...

Em greve desde o dia 8 de junho, cerca de 20 professores da rede pública de ensino em Minas Gerais pedem o aumento do piso salarial no estado que, atualmente, gira em torno de R$ 550,00 – chegando a cerca de R$ 800,00 com os benefícios e depois dos descontos – segundo professores que participam das manifestações.

A categoria reivindica um piso de R$ 1.187, mais próximo do valor nacional, instituído pela Lei Federal 11.738/08 que, segundo o Ministério da Educação, é de R$ 1.187 e R$ 1.597, conforme a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Os professores seguem sem ser ouvidos pelo governo do estado e já foram inclusive substituídos, como revela notícia publicada pelo Portal Vermelho. Depois, não adianta reclamar quando chega o resultado do Enem e a qualidade da escola pública é colocada em questão. Boa educação sem bons professores, motivados e valorizados, é quase como um milagre!

Em Minas, professores se acorrentam e entram em greve de fome
Por Deborah Moreira

Cerca de 20 professores mineiros da rede estadual estão em greve de fome e acorrentados ao monumento Pirulito da Praça Sete, região central de Belo Horizonte, desde as 7h de hoje. O ato é para chamar a atenção sobre a situação da categoria paralisada desde o dia 8 de junho para reivindicar aumento no piso salarial. Confira também o vídeo com imagens registradas na manhã de hoje.

Inicialmente, os mais de 150 mil trabalhadores que cruzaram os braços exigiam equiparação ao piso nacional, instituído pela Lei Federal 11.738/08 que, segundo o Ministério da Educação é de R$ 1.187 e R$ 1.597, conforme a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

“Chegando aos 98 dias de greve, concordamos com o pagamento proporcional com base nos R$ 1.187, além do plano de carreira. É preciso levar em conta o tempo de trabalho e capacitação do professor”, explicou Rafael Calado Alves Pereira, diretor do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sindi-Ute).

Munidos de nariz de palhaço, cartazes e panfletos, os manifestantes estão na praça abordando a população para explicar o impasse nas negociações com o governo estadual. Eles prometem permanecer no local até as 19h.

Como Thiago Luiz Ferreira Miranda, 30 anos, que há sete é professor da rede. Atualmente, pelas 24 horas semanais de trabalho recebe um salário base de R$ 550. “Com os benefícios o valor chega a R$ 950. Após descontos, recebo em conta R$ 801,20. Tenho curso superior, tenho a responsabilidade de conduzir uma sala de aula e recebo menos que o piso nacional”, indigna-se o acorrentado, que promete permanecer no local até as 19h somente bebendo água. (Texto completo)

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GREVE DOS PROFESSORES ATINGE CINCO ESTADOS BRASILEIROS PEDINDO REAJUSTE SALARIAL E REVISÃO DO PLANO DE CARREIRA

Professores em greve no estado de Santa Catarina

A educação, como sempre, não vai muito bem em boa parte do país, prova disso é a insatisfação de um número cada vez maior de professores que estão em greve no estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rio de Janeiro pedindo o mínimo: valorização profissional.

Não se pode deixar de lembrar que uma greve de professores possui os mesmo efeitos que uma greve de funcionários da saúde, por exemplo. Se as enfermeiras param, muitos paciente correm o risco de perder a vida. Se os professores param, muitos alunos correm o riso de perder a oportunidade do conhecimento e aí também morrem um pouquinho, em espírito e mente.

A onda de insatisfação da categoria que vai se espalhando pelo país é algo gravíssimo que, no entanto, parace não receber a atenção merecida por parte das autoridades. Tais acontecimentos levam a pensar nos prostestos que se espalham pelo mundo que, sem dúvida, são ótimos de se ver, pois trazem com eles o entusiasmo da luta democrática. Infelizmente não podemos dizer o mesmo de alguns protestos, como esse dos professores, que acontecem em terras nacionais.

Aqui, ao invés de lutarmos pela democracia, ainda lutamos por questões anteriores, bem anteriores e fundadoras do real regime democrático, como a educação. O que só faz perceber que, de fato, estamos muito, mas muito longe, de uma realidade democrática. Nossa parcela de indignação é dobrada; e bem mais funda.

Veja texto sobre o assunto publicado pelo Brasil de Fato:

Paralisações marcam primeiro semestre na educação; 5 estados continuam em greve
Os professores de Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rio de Janeiro reivindicam reajuste salarial e revisão do plano de carreira
Por Vivian Fernandes

A atual greve dos trabalhadores em educação no Brasil já atinge cinco estados. Os professores de Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rio de Janeiro reivindicam reajuste salarial e revisão do plano de carreira. A greve com maior duração é a do Rio Grande do Norte, iniciada no dia 2 de maio. No estado, 93% da categoria está paralisada.

As greves e paralisações no primeiro semestre deste ano chegaram a atingir pelo menos doze estados brasileiros. O cumprimento do piso nacional do salário dos professores, que passou a valer neste ano no valor de R$ 1.187 para 40h, é a principal reivindicação.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), Roberto Leão, explica que muitos governos quando implementam o piso, descaracterizam o plano de carreira da categoria.

“Eles [prefeitos e governadores] fazem a diferença de um professor que recebe o piso – que é um professor de formação de nível médio –, para um professor que tem licenciatura plena – que tem um curso universitário –, em muitos lugares ser de R$ 10, R$ 15 a diferença”. (Texto completo)

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ESTADÃO: JOSÉ SERRA É UM PERIGO PARA A LIBERDADE DE IMPRENSA; SETOR DE EDUCAÇÃO DO GOVERNO PAULISTA CENSURA ESCOLAS EM GREVE

Qual o compromisso de José Serra com a liberdade de imprensa?

Matéria do Estadão mostra que o possível candidato à presidência pelo PSDB,  José Serra, é um perigo para a liberdade de expressão e, consequentemente, para a democracia brasileira.

Segundo reportagem, “pelo menos 77 escolas estaduais da zona leste de São Paulo foram orientadas a não dar informações para a imprensa sobre a greve dos professores. A iniciativa partiu da Diretoria de Ensino da Região Leste 3, em comunicado enviado por e-mail aos diretores das escolas no início do mês. A região leste 3 compreende os distritos de Cidade Tiradentes, Guaianases, Iguatemi, José Bonifácio, Lajeado e São Rafael”. (Texto integral no Estadão)

Essa é mais uma prova de que a campanha presidencial de José Serra está toda montada sobre o marketing político com o apoio da mídia. Veja: Serra acha que pode ganhar com o apoio da grande mídia na reta final.

Em um post no Nassif, comentarista mostra que o leitor da grande mídia recebe mais informações sobre a greve da França do que sobre as greves no Brasil. E diz: Essa preocupação da imprensa nacional com a greve francesa é de comover!

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DEPOIS DAS ENCHENTES, DE AÉCIO NEVES E DE JOSÉ ROBERTO ARRUDA, JOSÉ SERRA ENCARA AGORA UMA GREVE DOS PROFESSORES DA REDE ESTADUAL

Mobilização seria o pior para José Serra

Depois das enchentes, de Aécio Neves e de José Roberto Arruda, o governador de São Paulo, José Serra, poderá enfrentar agora uma longa greve dos professores da rede estadual de ensino.

Se os professores estiverem satisfeitos com as condições de trabalho, será uma greve fácil de administrar, mas se estiverem insatisfeitos, os sindicatos poderão convencer os professores a parar para negociar com o governador.

Veja abaixo comentário enviado por Alexandre Pierre

A Assembleia Geral da Educação, realizada hoje, 05/03, na Praça da República, com representantes de todas as regiões do estado decretou a Saiba mais

SINDICATO ACUSA DEPUTADO RAFAEL SILVA, DA BASE DE APOIO DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA, DE TENTAR INTIMIDAR DIRETORES DE RIBEIRÃO PRETO

DEPUTADO DA BASE DE APOIO DO GOVERNO ESTADUAL INVADE SUBSEDE DA APEOESP

Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP/do blog da Palavra da presidente

 

Blog da presidente da Apeoesp

Blog da presidenta da Apeoesp

Informamos que, lamentavelmente, a Subsede da APEOESP em Ribeirão Preto foi palco, na tarde de hoje, de inadmissível e inaceitável manifestação de autoritarismo, prepotência e truculência por parte do deputado estadual Rafael Silva (PDT). O citado deputado invadiu o local acompanhado de sete capangas para tentar intimidar os conselheiros, diretores e funcionários ali presentes.
O pretexto deste suposto “representante do povo” para tal insanidade foi a publicação, na região, de cartaz que divulga a sua omissão na votação do PLC 29/2009, na madrugada do dia 21/10, quando esteve ausente da Sessão na Assembleia Legislativa, em plena terça-feira.
A APEOESP não se curva e jamais se curvará diante de atos desta natureza. Na nossa história já enfrentamos tropa de choque, cachorros, bombas de gás, cassetetes e todo tipo de violência perpetrada contra os professores, nas ruas, quando de nossas manifestações. Entretanto, nem mesmo durante a ditadura militar uma subsede da APEOESP foi invadida desta maneira covarde e injustificável.
Entretanto, este fato não ficará impune. Acionamos deputados das bancadas de oposição na Assembléia Legislativa para que o caso chegue à Comissão de Ética daquela Casa, bem como buscaremos as vias judiciais para que o citado deputado seja condenado a arcar com pesada indenização pelo ato insano que praticou; além do que, tomaremos todas as medidas necessárias para que ele seja processado criminalmente por esses mesmos atos.
A democracia é muito maior do que covardia de se utilizar de supostas prerrogativas, que o cargo não dá a nenhum deputado, para tentar calar a voz do maior sindicato da América Latina. A APEOESP seguirá na sua missão de informar à sua base e à sociedade sobre a votação de cada um dos deputados da Assembléia Legislativa em cada um dos projetos que sejam de nosso interesse.

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INTERNAUTA: A EDUCAÇÃO PÚBLICA DE ARARAQUARA DÁ CONGESTÃO NA LÍNGUA

“A INGESTÃO DA EDUCAÇÃO EM ARARAQUARA”

Por Paul Fausto de Assis

A “jestão” eficiente de José Nosferatu é dessa forma mesmo. Ela tem a melhor “educassão” do Brasil; a melhor “seguransa”, que protege os nobres e bate nos pobres; a melhor “çalde” do Brasil, onde pobres pegam filas nos hospitais públicos de referência, enquanto os nobres pulam a fila. Mamãe disse que quando eu crescer eu tenho que votar no José Nosferatu Pedágio. Mamãe estudou na escola do José Nosferatu Pedágio,e até hoje acreditamos que existe dois Paraguais e a região Sul tem quatro estados!

ARARAQUARA NELES GENTE, A EDUCAÇÃO MAIS DESEDUCADA NO MUNDO ELES ROUBAM E NAO “FAIZ” E NÃO VIRA NADA TAMBÉM.

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Perversidade, futilidade e ameaça: Educação Pública Estadual de Araraquara – SP

João Silvério de Lemos – Araraquara – SP

Perversidade, futilidade e ameaça. Esses são os argumentos básicos que, de acordo com Albert O. Hirschman, os conservadores utilizam para criticar políticas que podem introduzir mudanças progressistas na ordem social. Como tais políticas perseguem, em geral, objetivos nobres, os conservadores não podem a elas se opor frontalmente. É necessário desqualificá-las. Assim, tenta-se mostrar que elas produzem efeitos inversos aos pretendidos (argumento da perversidade), ou que elas não têm resultados (argumento da futilidade), ou ainda que tais políticas põem em risco outras conquistas (argumento da ameaça). Saiba mais

GOVERNO TENTA DIMINUIR O NÚMERO DE PROFESSORES QUE ATUAM SEM FORMAÇÃO MÍNIMA PARA EXERCER A DOCÊNCIA

Brasil ainda tem 119 mil “professores leigos”, aponta censo

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Pacote do governo tenta melhorar formação do professor (foto Ag.Brasil)

Pacote do governo tenta melhorar formação do professor (foto Ag.Brasil)

Brasília – No Brasil, 119 mil professores de escolas públicas e particulares não têm a formação mínima necessária para exercer a docência na educação básica. Os chamados “professores leigos” cursaram só o ensino fundamental (15,9 mil) ou o ensino médio regular (103,3 mil).

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) exige que a formação de docentes seja em nível superior, em cursos de licenciatura, admitindo-se o nível médio na modalidade Normal apenas para quem atua nos anos iniciais do ensino fundamental ou na educação infantil.

Essas e outras informações sobre a formação e o perfil do professor brasileiro foram apontados pelo Censo Escolar de 2007. Para resolver esse e outros problemas de formação dos professores que trabalham na rede pública de ensino, o governo lança amanhã (28) um pacote de medidas voltadas ao magistério.

Os professores leigos representam 6,3% do total de docentes pesquisados pelo censo e atendem 600 mil alunos. Entre os que possuem só o ensino fundamental, a maioria leciona em turmas dos anos iniciais do ensino fundamental e na pré-escola. Já os professores que possuem formação em nível médio, mas sem habilitação para o magistério, concentram-se em boa parte no ensino fundamental.

Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, para os “professores leigos” que atuam na educação infantil o ministério já oferece o Pró-Infantil, curso de formação que em 2009 atenderá 12 mil docentes. Dos 15 mil professores com escolaridade em nível fundamental, 8 mil concentram-se na Região Nordeste.

Na avaliação da secretária, a presença de “professores leigos” em sala de aula é grave, mesmo em etapas iniciais como a educação infantil.

“A creche e a pré-escola são espaços importantes para as crianças terem acessos a normas da socialização, da vida em grupo. Se elas são cuidadas por pessoas sem uma formação específica para lidar com a primeira infância, eles terão cuidado, mas não terão a educação”, avalia.

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PAULO RENATO DE SOUZA MANTÉM A VITRINE DO MODELO DE EDUCAÇÃO DO PSDB EM ARARAQUARA

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Araraquara: o melhor da gestão de José Serra em São Paulo

Araraquara: o melhor da gestão de José Serra em São Paulo

Araraquara se transformou no modelo de administração da educação pelo governador José Serra, e mantido com muito zelo pelo atual secretário da Educação, Paulo Renato de Souza. É uma obra-prima a eficiência liberal do PSDB. Em 2010 José Serra levará essa boa experiência para todo o Brasil. Veja abaixo um pouco dessa história contada pelos próprios professores. Apenas reproduzo a mensagem para que se conheça o pensamento pedagógico made in PSDB.


Basta de folia com
o dinheiro público

Por Selma Valéria Shekinah
A absolvição de Sandra Rossato, foi recebida com silêncio pela cúpula do PSBD de Araraquara e entrará para a história como um marco na luta contra a corrupção. O Senhor Deputado Roberto Massafera deu as coordenadas desse bom combate, o SILÊNCIO, POR ENQUANTO ATÉ A POEIRA ABAIXAR.

Brasil – Araraquara
Basta de folia com
o dinheiro público

Da extensa lista das peculiaridades brasileiras, três itens se destacam: o samba, a MORADA DO SOL e o PSDB. México e Argentina, para ficar em alguns exemplos, já penaram sob partidos tão fortes quanto corruptos, mas a agremiação nacional, a maior do país, é um caso à parte. Seu amor pelo dinheiro público – o nosso dinheiro, para ser mais exato – é tão grande, tão magnético, tão irresistível que o PSDB JAMAIS abdicará de almejar a Presidência da República, a aspiração suprema de qualquer partido político, mesmo se vendendo para obter   apoio a outras siglas e, assim, continuar a fazer negócios nos ministérios e demais repartições federais. Seja no plano federal, estadual ou municipal, o objetivo principal do PSDB tornou-se o mesmo: cair na folia com o dinheiro público, como se ele crescesse em ARVORES FRONDOSAS COMNO AS DE ARARAQUARA.
LEMBRE-SE ….. É NASCIDA EM ARARAQUARA E O BERÇO DELA TEM QUE SER PRESERVADO, E A FORÇA DE SER ARARAQUARENSE MESMO QUE CORRUPTA.

Festa com dinheiro público não é uma novidade, tampouco é prerrogativa dos PSDEBISTAS. A corrupção transformou a política em uma “geléia geral” da qual pouquíssimos escapam, sejam eles de que partido forem. Do ponto de vista prático, a reação de Rubens Mandetta é conivente com os corruptos, pois em nada avança no seu combate. Mas ela é uma expressão da verdade. Nessa geléia, porém, o PSDB se destaca pela constância dos métodos e pela durabilidade da delinqüência. O partido é hoje para a corrupção na política o que a “inflação inercial” foi para a economia até o advento do Plano Real – ou seja, a força motriz das malfeitorias de um regime ao seguinte, de um governante a seu sucessor, sejam quais forem suas cores ideológicas. Nas palavras do Assessor do deputado Massafera o. ELE DISSE “QUEM MANDA NA EDUCAÇÃO DE ARARAQUARA É O PSDB LOCAL, Não se trata de percepção ou impressão, mas de uma constatação feita por uma professora aposentada com anos  de vida pública, fundador da agremiação e conhecedora de suas entranhas. Diante da bomba, o que fez a cúpula do PSDB? Limitou-se a lançar uma nota em que diz que não daria maior atenção aos denunciantes  “em razão da generalidade das alegações”, para depois recolher-se em silêncio, na esperança de que a explosão perca força na Quarta-Feira de Cinzas. Ninguém ousou assinar o texto. Individualmente, houve alguns simulacros de protesto, na maioria enviesados com cobranças por nomes, fatos e provas da corrupção. Como se não coubesse ao próprio PSDB realizar uma investigação interna. o SENHOR ATUAL COORDENADOR DA CEI SÓ PENSA EM PERSEGUIR OS DENUNCIANTES, CHAMA PARA CONVERSAR COM SUA ASSESSORIA TÉCNICA FAZ AMEAÇAS, COMO FEZ A NOSSA COLEGA ROSELI MEIRA HOJE SUPERVISORA DE ENSINO, NOSSA COMO SE DESESPEROU A MOÇA E DESISTIU DE TUDO, ENTREGOU AMIGOS DE LONGA DATA, COMO JUDAS ENTREGOU NEGOU JESUS E O ENTREGOU A MORTE,  É ASSIM QUE AGI O PSDB, Dissipando com  insinuações maldosas de que as denunciantes ou os denunciantes são mentirosos, falsos, escrevem em nome de outros, se isso acontecesse mesmo não teríamos 56 diretores, 16 supervisores processados, Senhor Mandetta, ou a SEE só pegou um amostra de corruptos para ver o índice da corrupção no Estado, (por amostragem), O Senhor vem agindo mais por motivação eleitoreira. Calma que temos muita lenha para queimar até as próximas eleições exonerações estas vamos levar como bandeira.
Professora Selma – aposentada, mas ativamente contra a corrupção.


Aumentar o risco político e financeiro da corrupção

Por Hermilo Machado
“No Brasil, lucra-se tanto com a corrupção, e a probabilidade de ser punido é tão pequena, que o risco compensa”, diz Ivani de Lucca , ex assistente de planejamento da DE e subordinada de ….. Nada apavora mais um corrupto, seja qual for o lado do balcão das negociatas ocupado por ele, do que a perda do seu poder econômico – o que, inclusive, afeta diretamente sua capacidade de comprar favores e privilégios. Obrigar a devolução do montante desviado é pouco. Seria mais eficiente aperfeiçoar a lei para permitir o confisco do patrimônio integral do acusado. Assim, se o desvio de dinheiro público foi de 1 milhão de reais, mas o patrimônio do corrupto é de 50 milhões, a Justiça deveria ser capaz de bloquear tudo. Para que isso seja possível, é preciso também haver uma maior cooperação internacional entre a Justiça brasileira e a de outros países. Outra medida necessária é derrubar o foro privilegiado para políticos, no caso de crimes comuns. Eles se beneficiam dessa prerrogativa para responder a processos criminais apenas perante tribunais superiores. Com isso, conseguem reduzir as possibilidades de punição, pois os tribunais não têm estrutura para colher provas contra eles.
Hermilo Machado – ex diretor de escola –

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LEITORA: UM PEDIDO PARA O NOVO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO, PAULO RENATO DE SOUZA

SOCIEDADE BRASILEIRA AINDA NÃO ENTENDEU A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA O PAÍS


MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO MOSTRA DIFICULDADE DE ALCANÇAR METAS IMPORTANTES PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO NO BRASIL

MOACIR GADOTTI AFIRMA EM FÓRUM MUNDIAL DA EDUCAÇÃO QUE ENSINO DEVE CONSTRUIR UMA CIDADANIA PLANETÁRIA E TRANSFORMADORA

INTERNAUTAS: PAULO RENATO, SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO, FINGE QUE NÃO VÊ A LAMA QUE O PSDB FAZ EM ARARAQUARA

É PRECISO REAGIR

Por Ana Cristina Gonçalves

Paulo Renato: olha para o governo federal enquanto a lama invade Araraquara

Paulo Renato: vira a cara e só vê o governo federal enquanto a lama invade Araraquara

Foi deflagrada esta semana a Crise Ética na Educação Estadual Paulista que deu uma bonificação por bom desempenho da Educação em todo o Estado de São Paulo:

A Absolvição” da evolução política de alguns caciques do PSDB e os que denunciaram o envolvimento do novo coordenador da CEI está perseguindo os pobres denunciantes, jogando os em depósitos dentro das diretorias de ensino do Estado de São Paulo, em uma solitária, estas pessoas ficam anos a fio sem nenhuma comunicação com pessoas, tudo é proibido, estes denunciantes são tratados como “perigosos” e devem ser isolados de todos.
Mas um certo deputado dono de uma milionária empresa do Ramo da construção civil que há mais d e30 anos só trabalha para o Estado de São Paulo construindo e reformando escolas…, foi prefeito de Araraquara “PMDB” ,  Araraquara, que já foi investigada em uma Operação Navalhada (não dá nada ), da Polícia Federal (PF), com integrantes da legenda do PSDB. Semana passada, foi decidido por ele e por seus amigos o destino da ex dirigente de ensino de Araraquara. Deixando bem transparente e escancaradamente que “o PSDB é Corrupto” PORQUE ABSOLVE A CORRUPÇÃO.
E “uma confederação de diretores e supervisores” também o serão, cada um com seu interesse, sendo que mais de 90% deles praticaram a corrupção e o clientelismo, de olho principalmente nos cargos” e no dinheiro público.
Somando as esferas federal, estadual e municipal, o PSDB controlará em 2009 um orçamento de cerca de R$ 965 bilhões. É mais do que o triplo do orçamento da Argentina, cuja previsão para 2009 é de R$ 106 bilhões. Nos estados, o PSDB está na base de sustentação de 22 dos 27 governadores, tomando parte na gestão realizada por partidos que vão de um extremo ao outro do espectro ideológico.

Isto é apenas uma pontinha do iceberg de corrupção da ex dirigente de ensino de Araraquara.

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LEITORA: UM PEDIDO PARA O NOVO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO, PAULO RENATO DE SOUZA

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DESVIAR VERBA DA EDUCAÇÃO É PIOR DO QUE FURTAR MANTIMENTOS DE DESABRIGADOS DE SANTA CATARINA

LEITOR FAZ APELO AO GOVERNADOR JOSÉ SERRA E A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO, MARIA HELENA DE CASTRO, QUE IGNORAM SITUAÇÃO DE ARARAQUARA, INTERIOR DE SÃO PAULO

PROFESSOR RELATA SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO EM ARARAQUARA, ESTADO DE SÃO PAULO

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LEITORA: UM PEDIDO PARA O NOVO SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO, PAULO RENATO DE SOUZA

Por Alcina Severino da Silva, professora em Avaré (SP)

Em 01 de Abril de 2009
Sou agente de serviços escolar readaptada a mais ou menos 4 anos, trabalho em uma escola do interior , estou escrevendo para falar sobre o bônus que os funcionários e os prefessores da minha escola não tiveram a honra de receber, trabalhando se esforçando muito para ensinar , para educar adolescentes que não estão nem ai com os estudos , só pensam em desafiar professor diretor ,enfim todos que trabalham na escola. Assim como eu e outros colegas, íamos até as residencias dos alunos faltosos procurar saber o porque o aluno estava faltando da escola , dependendo do motivo seria encaminhado para o conselho tutelar. Em minha escola tinha uma professora que dava aulas de recupração para os alunos à noite sem se preocupar com pagamento era uma voluntária da escola .Gostaria que o senhor excelentissímo secretário revisse a nossa situação ,pois contávamos muito com esta gratificação ,porque o salário do funcionário é pouco, então ao recebermos nos ajudariamos muito.Ficamos muito desapontados com esta situação até parece que não damos importâcia a nossa escola. Eu sou readaptada mas atendo as crianças na biblioteca, na sala de informática e também no atendimento aos professores e ao público na secretária da escola.,Eu acho que pelo menos um pouco todos deveriam receber ,porque um ganha demais e outros nada . eu moro em Avaré interior de São Paulo,confesso que fiquei muito envergonhada junto aos  colegas das outras escolas. Se no ano de 2007 nossa escola esteve em segundo lugar , e por causa de evasão de alunos não recebemos esta gratificação , agora pergunto: temos culpa das crianças não terem interesse em estudar? E se os pais tambem não ligam para isto, o filho fala que não vai à escola e ele os apoiam.Gostaria que o senhor se passasse por um professor substituto e ficasse em uma sala de aula para se certificar que estoufalando a verdade da falta de interesse do aluno na sala de aula; são raros os que se propoem a estudar mesmo, proponho uma visita às escolas da minha cidade que é Avaré. Gostaria que enviassem  por favor ao senhor secretário da educação o meu comentário.
Atencosamente meu muito obrigado.
Gostaria de receber uma resposta positiva pelo meu email.

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PARLAMENTARES SE UNEM PARA QUE SUPREMO NÃO DERRUBE A LEI DO PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO

Frente parlamentar faz peregrinação no STF em defesa da lei do piso nacional do magistério

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Em peregrinação pela rejeição da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que questiona a lei do piso nacional do magistério, membros da Frente Parlamentar em Defesa do Piso Salarial dos Professores se encontram na tarde de hoje (3) com dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A Adin, assinada pelos governadores do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Ceará, questiona uso da denominação “vencimento básico”, em vez de “piso salarial”.

“Nosso propósito é colocar para os ministros o quanto essa lei foi debatida, seja na Câmara ou no Senado. Foram mais de 13 meses de discussão, ela foi aprovada por unanimidade e teve sua constitucionalidade respaldada pela Comissões de Constituição e Justiça da duas casas. É uma lei que significa muito não só para os 2 milhões de professores que ela vai beneficiar, mas para a educação brasileira e conseqüentemente para toda a sociedade”, argumenta a presidente da frente parlamantar, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).

A lei, sancionada em junho, estabelece um piso de R$ 950 para os professores e determina que um terço da carga-horária do profissional deve ser reservada para atividades extraclasse (atualização, cursos, preparação de aulas). A frente parlamentar já teve audiências com o ministro Marco Aurélio e com o relator da ação, Joaquim Barbosa, que adiantou que pretende definir seu voto até 15 de dezembro.

“Por isso, achamos conveniente conversar com os demais ministros um a um, já que eles vão ter que tomar uma posição sobre essa importante matéria. Na quinta-feira, devemos conversar com o ministro Eros Grau e continuamos com as audiências na semana que vem”, explica a deputada.

Segundo Fátima, o ministro Marco Aurélio se mostrou “sensível” à questão. “É claro que ele não pode adiantar o seu voto, mas disse que mais do que nunca devemos olhar com cuidado para a educação brasileira.”

A Frente Parlamentar em Defesa do Piso Salarial dos Professores é formada por 256 deputados e 58 senadores. A presidente alega que todos os atores envolvidos na área educacional foram “amplamente” ouvidos antes da aprovação da lei.

“O relator percorreu todos os estados da Federação, ouviu prefeitos, governadores e secretários de Educação municipais e estaduais. O valor de R$ 950 ainda está aquém do que o professor precisa e merece. Ele é um piso muito pequeno, estamos falando de pouco mais de dois salários mínimos e ainda tem gente questionando. Isso é inaceitável”, critica Fátima.

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ARARAQUARA: VEJAM O QUE O PSDB FEZ COM A EDUCAÇÃO EM 14 ANOS NO GOVERNO DO ESTADO

Texto enviado pela leitora Paula Durante

?
ATÉ QUANDO A IMPUNIDADE PARA ARARAQUARA.
ARARAQUARA VIROU MODELO DE COMO ROUBAR E DESVIAR VERBAS SEM SAIREM IMPUNES?
30 Novembro 2008

O esquema V – Tudo por dinheiro e poder
Você não entende por que seu filho não aprende nada na escola? Não entende por que ele é perseguido? Também não entende por que a escola do seu filho costuma expulsar alunos? Está difícil entender por que a escola exige a compra de uniforme, taxa para carteirinha, para papel, para a APM?

Tudo muito fácil de explicar, mas não pense que a TV Globo ou outra mídia vá esclarecer suas dúvidas. O esquema é poderoso e os tentáculos chegam aonde você nem imagina…

A educação é o negócio mais rentável deste país. Não estamos falando apenas de $$$, mas também de poder e dividendos eleitorais.

Recebemos notícias do Brasil inteiro, mas vamos nos limitar ao nosso estado, o de São Paulo, pois temos dados mais concretos e contatos mais diretos com pais, alunos, diretores de escola e outros profissionais da educação.

Repare bem: o presidente do Conselho de Escola, na rede estadual de São Paulo, é SEMPRE O DIRETOR. Entenda agora por que a eleição dos Conselhos de Escola e das APMs não é feita de forma aberta e transparente. As escolas recebem muitas verbas, estaduais e federais, que chegam às contas da APM. As normas exigem que a prestação de contas seja feita de forma muito rígida, por exemplo, verba para jardinagem não pode ser utilizada para troca de fechaduras etc.

Os pais que participam de Conselho e APM são geralmente escolhidos a dedo pelos diretores de escola e não recebem qualquer instrução ou treinamento sobre como administrar as verbas. Então a impressão que eles têm é que se trata de tarefa muito difícil e vão fazendo tudo o que os diretores pedem, desde assinar cheques em branco, até aceitar manobras do tipo: a jardinagem pode esperar, pois surgiu a emergência de precisar trocar as válvulas de todos os banheiros. Mas para isso não veio verba! As válvulas dos banheiros podem estar em perfeito estado, mas, na boa fé, os pais acatam a idéia do diretor e assim se faz uma reunião da APM para resolver o “problema”. Já que a verba é destinada a outra despesa, a solução não é simples. Mas profissionais sem ética tiram o assunto de letra! Alguém da comunidade certamente conhece um encanador, alguém que possa fazer esse serviço sem exigir nota, não é mesmo? Ele vai receber pelo serviço, mas a prestação de contas vai ser feita de outra forma. “Alguém” vai fornecer uma nota de serviços de “jardinagem”, mas é claro que o valor será maior, pois essa nota tem um “custo”. Trata-se da famosa “nota fria”. Esse valor a maior vai provavelmente ser dividido entre diversas pessoas, pois quem constrói um esquema arruma cúmplices para amarrar seu “rabo”. Está bem claro o português?… Se isso acontece com verbas públicas, pagas com o dinheiro suado dos seus impostos, imagine então o que acontece com as taxas da APM e as demais que as escolas exigem que você pague, sem recibo nem prestação de contas…

Segundo as informações que nos chegaram, o escândalo de Araraquara, relatado nos últimos posts, funcionou mais ou menos dessa forma, durante dez anos. 90% das escolas da cidade teriam aderido ao esquema, ou seja, os diretores faziam manobras desse tipo, as notas frias eram fornecidas por um escritório de contabilidade e uma parte do lucro era repassado à dirigente de ensino, que, óbvio, não era burra a ponto de declarar que embolsava aquele dinheiro. Ela alegava que “uma outra escola” da região estava necessitada de algum conserto ou equipamento, mas que não havia verba. Ou então, a mentira era de que a própria diretoria de ensino estava desprovida disso ou daquilo…

O esquema era poderoso e não podia tolerar diretores dissidentes ou caguetas. A cidade tem mais de 50 escolas estaduais e apenas alguns diretores se negaram a participar. Aconteceu com eles exatamente o que acontece com os pais de alunos que percebem alguma irregularidade na escola de seus filhos e resolvem reclamar ou denunciar: esses diretores começaram a ser perseguidos e prejudicados. Como?

A dirigente de ensino armou diversas situações que você, mãe e pai de aluno, conhece de sobra, mas nunca pensou que estivessem ligadas ao desvio de dinheiro da educação: através de supervisores, professores e outros profissionais que participavam do esquema, ela criou uma rede de calúnias contra esses diretores, para que toda a comunidade se voltasse contra eles. Isso é muito fácil para um dirigente de ensino: basta fazer algumas trocas de professor nas escolas, colocando seus aliados em pontos estratégicos. Esses se encarregam de jogar “lama” em quem não participa do esquema e os pais, alunos e membros da comunidade acreditam piamente. Assim, os poucos diretores honestos na cidade acabaram sendo processados com base em calúnias. O “feitiço”, porém, se voltou contra o feiticeiro. O esquema foi denunciado e a própria dirigente de ensino está sendo processada, junto com mais de 20 diretores de escola. No país da “pizza”, porém, isso não significa nada, a não ser que a corda costuma arrebentar do lado mais fraco. Até hoje, apenas dois diretores foram exonerados, os demais vão provavelmente ser livrados de pena e os restantes 30, que também estavam envolvidos no esquema, não foram sequer chamuscados pelo escândalo!

O mais grave de toda essa história é que NENHUM SUPERVISOR DE ENSINO foi processado, sendo que PRATICAMENTE TODOS estavam envolvidos no esquema. Quanto à dirigente de ensino de Araraquara, temos quase certeza de que a Secretaria da Educação vai deixar prescrever o processo administrativo, como é de praxe.

Para que fosse feita JUSTIÇA, seriam necessárias duas ações:

Que os deputados estaduais investigassem o esquema e exigissem a punição de todos os culpados. Duvidamos que isso aconteça, pois os primeiros processos abertos em Araraquara datam do ano de 2003 e estão próximos da prescrição. Provavelmente, alguns políticos influentes estão acobertando o esquema. Entendeu agora por que falamos de dividendos eleitorais? A educação é a maior “fábrica” de cabos eleitorais do país!

Que a mídia divulgasse esse escândado com isenção e detalhamento. Os jornais locais têm dado alguma cobertura, mas o escândalo é abafado em rede nacional. A própria TV Globo local registrou os fatos, mas eles não foram divulgados nem no Jornal Nacional e muito menos no Fantástico, que virou o porta-voz do “pobre” profissional da educação. Exatamente o que ocorre com as agressões de alunos pela PM. As Secretarias da Educação deste país são as instituições mais poderosas!

Bem, mãe ou pai da APM: agora você entendeu o que ocorre com as verbas da educação quando você assina cheques em branco ou entra na conversa da diretora da escola dos seus filhos, que manda lavar a caixa d´água todos os meses, por exemplo. Também entendeu por que na escola dos seus filhos falta papel higiênico, material de limpeza etc. etc.

Mas você ainda não entende o que isso tem a ver com ensino ruim, com perseguição e expulsão de alunos. Tudo a ver! As escolas são “nota zero” porque não há interesse algum em ensinar aos seus filhos. Diretores e professores corruptos matriculam seus filhos na escola particular e querem mais que os filhos “dos outros” permaneçam na ignorância! Tem mais: você que é do Conselho de Escola e é chamado para expulsar algum aluno, saiba que provavelmente se trata de alguma criança filha de pais que perceberam e se atreveram a denunciar o esquema. Se for algum adolescente, provavelmente é um aluno mais inteligente do que a média. Esses são muito perigosos para o esquema, por isso precisam ser “eliminados”.

Pai e mãe de alunos, cuidado para não se envolverem no esquema! A vítima será seu próprio filho!!

Para finalizar, uma adivinha: se 90% das escolas de Araraquara estavam envolvidas em um esquema que foi revelado por um escândalo, mas que periga acabar em pizza, qual a percentagem de diretores corruptos na sua cidade?…

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COMENTÁRIO DO INTERNAUTA: A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA VOZ DO ALUNO

arquimedes da silva

Assim como muitos pelo nosso país, pensei em um dia ser professor, ainda bem que isso não me foi possível, é de uma insensibilidade bestial as declarações desta senhora.

Como posso reclamar do professor se os seus superiores não têm o menor preparo? PSDB que se cuide, o povo brasileiro já está abrindo o olho e é melhor que abra-o logo, antes que o PSDB destrua o ensino de mais uma década. Quem estudou nos últimos dez anos, se não tiver uma mente muito boa , não será capaz de passar em nenhum teste escrito desenvolvido para concursos ou empresas. Este é o legado do PSDB para os jovens que estão tentando seu primeiro emprego. Tenho 42 anos, voltei á estudar depois de 28 anos, e percebo claramente o desânimo de muitos professores, isto se dá em muito por causa do desinteresse do aluno que sabe: não preciso estudar, não preciso de disciplina. É só não faltar muito pra passar de ano.

Tenho notado na escola alunos que não sabem nada e estão bem mais adiantados (em séries) que eu. Sabem a quem isso beneficia? Acho que não é preciso dizer.

TEMOS PÃO E CIRCO E OS “PODEROSOS”ESTÃO CONTENTES.

ARQUIMEDES DA SILVA,42 ANOS ALUNO DA 7-a SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL.

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MEC lança sistema de formação para professores das escolas públicas

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Para solucionar o déficit de professores nas escolas e melhorar a formação desses profissionais, o Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (10) o Sistema Nacional Público de Formação de Professores. O objetivo é garantir um padrão de qualidade aos cursos de formação de docentes e aproximar os currículos das graduações à realidade das salas de aula. O ministro Fernando Haddad estimou anteriormente que o sistema formará 100 mil professores por ano.

O sistema vai abranger a formação inicial e a continuada de professores de educação básica da rede pública de ensino. Considerando-se apenas as disciplinas básicas, como português e matemática, o déficit de professores no país chega a 253 mil. Para disciplinas específicas, como filosofia e sociologia, estimativas indicam que serão necessários 107 mil docentes, em cada uma das disciplinas, para atender apenas o ensino médio.

Segundo o MEC, o novo sistema está articulado com universidades federais, estaduais e centros federais de educação tecnológica para garantir a oportunidade de acesso dos professores da rede pública a “cursos qualificados de licenciatura e especialização”. A principal meta é aumentar o percentual de professores da escola pública formados em instituições públicas, que hoje é de cerca de 30%.

A formação inicial de professores será feita, prioritariamente, em cursos presenciais. Mas, de acordo com o ministério, os cursos de graduação à distância da Universidade Aberta do Brasil (UAB) serão importantes dentro do sistema por causa da possibilidade de atender grande quantidade de pessoas em todas as regiões do país.

O novo sistema funcionará em regime de colaboração entre União, estados e municípios. Em cada estado e no Distrito Federal serão instituídos fóruns permanentes de apoio à formação do professor. Eles serão formados pelos secretários estaduais de educação, representantes das secretarias municipais, do MEC, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), dos conselhos municipais e estaduais de educação, além de dirigentes das universidades.

Cada fórum deverá elaborar seu plano estratégico, com metas quantitativas e qualitativas, além de um diagnóstico das necessidades de cada região. Ele deverá conter ainda a definição das ações e atribuições de cada gestor. A partir da análise dos planos, o MEC apoiará as ações com ajuda financeira aos estados, municípios e às instituições de educação superior públicas que quiserem implementar programas e cursos de formação. Também está prevista a concessão de bolsas de estudo e pesquisa.

A Capes também terá papel importante no novo sistema. Sua função será incentivar a formação por meio de programas de iniciação à docência e concessão de bolsas a estudantes matriculados em cursos de licenciatura de graduação plena.

De hoje até 24 de novembro, a minuta do decreto que criará o sistema será submetida a consulta pública. O documento está disponível no site do MEC. As sugestões de mudança ou aperfeiçoamento serão avaliadas pelo Conselho Técnico-Científico da Educação Básica e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

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Comentário:

Um dos argumentos que está virando banalidade no meio político quando não se quer trazer avanços ao processo democrático brasileiro é dizer que as medidas que beneficiam o país ou moralizam a sociedade são inconstitucionais. Isso já aconteceu e acontece quando se tenta implantar o imposto progressivo, está acontecendo com a investigação da operação Satiagraha, na qual busca-se a todo custo alguma “inconstitucionalidade” (tipo colocar algemas em criminosos, essas coisas importantes que preocupam a Suprema Corte do país) ou dizer que uma legislação aprovada pelo Congresso Nacional para a educação é inconstitucional.

Reparem no texto da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação, que os governos de São Paulo, Riogrande do Sul e Minas Gerais, governados pelo PSDB, são os mais acirrados contra os avanços na educação do país. Marisa Abreu, secretária de Educação do Rio Grande do Sul,  governado por Yeda Crusius (PSDB), é uma espécie de baluarte antieducação. Vale lembrar que a lei que institui o piso foi dicutida e aprovada pelo Congresso.

O Piso é Lei e vai pegar Sim!

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) não fica surpresa com as reações desmedidas de secretários de educação contra o Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério, mas lamenta que no país existam governos contrários à educação de qualidade.
O questionamento a respeito da lei que estabelece o piso nacional de R$ 950,00 para professores da rede pública é uma posição restrita sim, a alguns estados que não consideram o educador um profissional-chave para a melhoria da qualidade do ensino no país.

Na forma como foi sancionada pelo presidente Lula, a Lei do Piso Salarial é constitucional, sim! E não cria despesas no ano corrente, pois sua implantação se dará, de fato, em 2009. Mesmo assim, alguns estados e municípios já se adiantaram e adotaram o novo Piso, a exemplo de Pernambuco e Piauí. Outros já possuíam vencimentos iniciais de carreira acima do piso, prova de que a posição contrária ao tema não é unanimidade entre os secretários de educação, conforme disse a secretária de educação do Rio Grande do Sul, Mariza Abreu.

Ela, sim, tenta desconstituir o Piso, em consonância com os secretários de São Paulo e Minas Gerais num movimento orquestrado contra a valorização do professor em seus estados. Esses se esquecem, porém, que o Piso foi amplamente debatido por 14 meses, no Congresso Nacional, e quando aprovado contou com o apoio de todas as bancadas. Não surpreende a acusação da secretária de que o movimento sindical é inconseqüente, ela extrapolou, no entanto, ao tratar como irresponsáveis os parlamentares que aprovaram a lei.

Quanto à argumentação de inconstitucionalidade, em razão de impactos financeiros nos orçamentos estaduais, esta é absolutamente infundada. A Constituição Federal vincula 25% das receitas resultantes de impostos dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, além de 18% em âmbito da União, para a manutenção e desenvolvimento do ensino público. Portanto, as receitas para pagamento do Piso, nos estados e municípios, estão asseguradas por esta fonte e por mecanismos dispostos no Fundeb. À União caberá complementar os valores abaixo do estipulado nacionalmente.

Vale acrescentar, ainda, que Piso salarial é vencimento básico, é ponto de partida, e nada tem a ver com gratificações e penduricalhos pagos pelas secretarias. O Piso é, portanto, a base para todo e qualquer benefício garantido por lei. No momento em que a categoria conquista reajustes, ou que o profissional necessita de uma licença médica ou se aposenta, a base de cálculo é o piso e não os anexos e agregados utilizados pelas secretarias para maquiar os vencimentos dos professores.

Agora, dizer que a lei do Piso “é lei que não pega e enfraquece a democracia”, e mais, que os sindicatos “estão brincando com a democracia brasileira porque aprovar lei que não tem dinheiro para ser cumprida é enganação”, conforme declarou a secretária Mariza Abreu, isso sim é um verdadeiro desserviço à Democracia e uma enganação ao povo brasileiro.

Apostar no fracasso de uma norma aprovada por unanimidade, no Congresso, ao invés de lutar por mais recursos para a educação é uma atitude antidemocrática e que não cabe a uma autoridade de governo.

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Professores de 11 estados fazem paralisação pela lei do piso nacional do magistério

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Dois meses após a sanção da lei que estabelece o piso nacional para professores da rede pública, docentes de pelo menos 11 estados resolveram paralisar hoje (16) suas atividades em mobilização pela implantação da proposta. A lei que estabelece o piso de R$ 950 para a categoria vem sendo questionada por alguns estados que alegam não ter dinheiro para arcar com os custos. Segundo o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a lei tem pontos inconstitucionais.

“Essa mobilização acontece, principalmente, por conta da campanha de alguns governadores contra a implementação do piso, com alegações incabíveis, dizendo que os estados irão à falência [com o pagamento dos salários], o que não é verdade”, defende Roberto Leão, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Segundo ele, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais são os principais estados “contra” a lei do piso.

O movimento organizado pela CNTE prevê atos públicos, passeatas e manifestações em todo o país. O texto da lei estabelece que o novo piso seja implantado gradualmente a partir de janeiro de 2009. O principal questionamento dos estados é com relação a um artigo que aumenta de 20% para 33% a carga horária de atividades extraclasse dos professores, o que exigirá a contratação de novos profissionais para atuar em sala.

Segundo Leão, essa é uma posição política para “manter uma educação barata para a população pobre”. “Os estados tiveram 11 meses para se manifestar, o piso foi amplamente debatido no Brasil inteiro. Agora eles [governadores] baixaram um pouco o discurso por causa do período eleitoral, mas nós estamos pressionando também os prefeitos para que assumam o compromisso de estar ao nosso lado no cumprimento da lei”, defende.

Leão afirma que há um “receio real” entre os professores de que a lei não saia do papel. “Há uma expectativa porque a reação contra veio de três grande estados. O receio é de que uma coisa que foi conquistada com tanto sacrifício exija ainda mais sacrifício para ser concretizada. Mas estamos dispostos a lutar por isso”, frisa.
No fim do dia a CNTE deve divulgar um balanço das ações realizadas nos estados.

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