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RECEITA TUCANA: DEPOIS DE 17 ANOS DE GOVERNO DO PSDB, HOMICÍDIO CRESCE 15% NO INÍCIO DO ANO NO ESTADO DE SÃO PAULO

São Paulo sem lei

São Paulo sem lei

Incompetência, falta de capacidade e sensibilidade para os problemas socais (Veja Pinheirinho!) fazem São Paulo colher os frutos da política tucana que governa o estado há 17 anos. Incrível que em pleno século 21, a direita brasileira insista que o problema da segurança é uma questão a ser tratada exclusivamente com a polícia. Alckmin enxuga gelo em São Paulo.

Ano começou com aumento de 15% dos homicídios no estado de São Paulo

São Paulo – O número de homicídios no estado de São Paulo cresceu 15,05% no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012. De acordo com o balanço mensal da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), divulgado hoje (25), foram registrados 787 homicídios dolosos este ano, ante 684 no ano anterior. Em relação a janeiro, no entanto, a taxa apresentou decréscimo, passando de 416 para 371 casos em fevereiro.

O número de vítimas também cresceu cerca de 15% na comparação anual (cada registro de homicídio pode ter mais de uma pessoa). Foram 846 mortes em 2013, ante 732, nos dois primeiros meses do ano passado. Em relação a janeiro – quando foram registradas 455 mortes, houve redução da taxa. Foram 64 mortes a menos no segundo mês do ano.

Na capital, a taxa de homicídio caiu em relação a janeiro, passando de 98 para 89 casos. A mesma tendência foi registrada na taxa de mortes violentas. O número de vítimas passou de 109 em janeiro para 91 no último mês. Na comparação com o mesmo bimestre do ano passado, no entanto, houve aumento tanto dos casos, quanto do número de vítimas. Em 2012, foram 162 casos de homicídio com 175 vítimas; em 2013, foram 187 ocorrências com 200 mortes.(Texto Integral)

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APESAR DAS VANTAGENS DO USO DA BICICLETA NAS CIDADES, O CICLISTA AINDA É UM DOS USUÁRIOS MAIS VULNERÁVEIS NO TRÂNSITO

Com segurança

O uso de bicicletas é uma ótima alternativa não só para diminuir o trânsito das grandes cidades e o impacto de gases poluentes sobre o meio ambiente, como também por representar um meio de locomoção bem mais saudável para quem o utiliza.

No entanto, o ciclista, ao lado do pedestre, continua sendo bastante vulnerável no trânsito e mesmo que o número de acidentes envolvendo quem anda de bicicleta não seja tão alto, a gravidade deles costuma ser bem maior do que quando se envolve em um acidente de carro, por exemplo.

Um acidente envolvendo um ciclista é bem mais delicado pois a área de exposição do corpo do condutor é bem maior. Como mostra notícia publicada pela Carta Capital, a hemorragia é muito frequente nos acidentes com bicicletas, o que exige rapidez no atendimento à vítima.

Outras informações fornecidas pela notícia mostram que mais importante que incentivar o uso de bicicletas como meio de transporte é proporcionar as devidas condições de infraestrutura, principalmente ciclovias separando os demais veículos das biciletas, para que as chances de acidente sejam menores e, com isso, a segurança do ciclista maior.

Veja trecho:

Saudável, mas arriscado
Por Rogério Tuma

O uso de bicicleta nas grandes cidades é uma excelente opção para fugir do maior problema que elas enfrentam, o trânsito. A questão é que não existem estatísticas que deixem seguros tanto os ciclistas quanto as autoridades para impulsionar este hábito, que além de econômico é saudável.

Infelizmente, apesar de o número de ocorrências ser pequeno, os acidentes com ciclistas são graves e muito frequentemente letais. Em fevereiro, o primeiro estudo sobre o assunto foi publicado na revista inglesa Emergency Medical Journal. A autora, Joanna Manson, do Royal London Hospital, analisou todos os acidentes registrados na região de Londres no período entre 2004 e 2009. Ela identificou 265 acidentes com ciclistas, onde foram necessários suporte de atendimento de trauma especializado e completo, com direito a helicóptero e médico no local. Desses atendimentos, 82% foram ocasionados por acidentes com veículos motorizados, os mais graves foram em razão de colisão com utilitários.

A conclusão do estudo foi que o fator de sobrevivência mais importante era a manutenção da pressão arterial, que está ligada ao sangramento. Isto é, quanto maior o sangramento e mais lento é o socorro, mais baixa fica a pressão e menor fica a chance de sobrevivência ao acidente. O controle rápido da hemorragia é o principal fator médico que pode salvar algumas vidas, mas nem todas. Sem atendimento socorrista rápido e repleto de recursos, uma cidade fica refém da sorte e de medidas preventivas.

Estudos mostram que metade dos mortos no trânsito é de pedestres ou ciclistas, os chamados usuários vulneráveis. E esse número tende a crescer. Em 2020, espera-se que a principal causa de morte no mundo seja por acidente automobilístico. Em um país como a Inglaterra, andar de bicicleta é extremamente seguro, são 34 mortes e 646 feridos graves por 1 bilhão de quilômetros percorridos/ano. Londres é a cidade mais perigosa para os ciclistas ingleses, contando com 15% das mortes ou lesões graves de toda a Grã-Bretanha. A grande maioria dos acidentes ocorre entre 8 e 9 horas da manhã, e em até 20 metros de distância de um cruzamento, a causa mortis do ciclista londrino é utilitário dobrando o cruzamento à esquerda. Lembrando-se que a mão de lá é o contrário da nossa, a adaptação para o Brasil seria o caminhão virar a direita, e claro, sem olhar e sem avisar. (Texto completo)

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APÓS ATAQUES EM VÁRIAS COMUNIDADES INDÍGENAS DE MATO GROSSO DO SUL, ACORDO ENTRE OS GOVERNOS ESTADUAL E FEDERAL PROMETE GARANTIR MAIS SEGURANÇA PARA REGIÃO

Índios Kaiowá na reserva de Dourados em Mato Grosso do Sul

As comunidades indígenas da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul, estão sofrendo constantemente episódios de ataques realizados por pistoleiros que andam encapuzados e armados. No último dia 18, o Acampamento Tekoha Guaiviry sofreu um ataque que terminou com a morte do cacique Nísio Gomes, cujo corpo foi levado pelos autores do ataque.

Também chamados pela população local de “homens de motocicleta que passam atirando para cima ou em direção às pessoas”, os pistoleiros também atacaram recentemente outra comunidade na região, a Guarani Kaiowá, que está com uma liderança desaparecida.

Assim como estes, outros episódios de violência sucedem-se na região e evidenciam, cada vez mais, a gravidade dos conflitos no campo entre indígenas e grandes produtores rurais pela posse das terras; e a vulnerabilidade das comunidades indígenas locais. Diante deste cenário, as autoridades estaduais e o governo federal assinaram um acordo de cooperação para reforçar a segurança na região.

Entre as medidas de reforço da segurança que poderão ser adotadas estão o policiamento comunitário nas aldeias – com a participação dos indígenas – o reforço dos contingentes que atuam na fronteira e a realização de rondas de forças federais no entorno das comunidades indígenas, como mostra notícia sobre o assunto publicada pela Agência Brasil.

Veja trecho:

Governos querem ampliar policiamento de comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul
Por Luana Lourenço

Brasília – Uma parceria entre o governo federal e autoridades estaduais de Mato Grosso do Sul deverá aumentar o policiamento de comunidades indígenas na região de Dourados, no sudoeste do estado, conhecida por conflitos entre grandes produtores rurais e indígenas pela posse das terras.

Os governos federal e estadual assinaram um acordo de cooperação para reforçar a segurança na região, onde a tensão aumentou nos últimos dias após o desaparecimento de uma liderança Guarani Kaiowá no dia 18 de novembro.

O secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Paulo Maldos, que está na região, disse que, entre as medidas de reforço da segurança que poderão ser adotadas estão o policiamento comunitário nas aldeias – com a participação dos indígenas –, o reforço dos contingentes que atuam na fronteira e a realização de rondas de forças federais no entorno das comunidades indígenas.

“Estamos tendo um diálogo muito bom com as comunidades e elas têm solicitado participação mais ativa para monitorar as politicas para a região, para que elas possam chegar efetivamente nas aldeias”, disse o secretário.

Segundo Maldos, o plano de trabalho das novas ações de segurança será definido até o começo de 2012. Por enquanto, a segurança na região está sendo reforçada pela Força Nacional de Segurança, que deve ficar na área por mais 90 dias. (Texto completo)

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PESQUISAS CONFIRMAM QUE POLÍTICA DO DESARMAMENTO TEM UMA RELAÇÃO DIRETA COM A DIMINUIÇÃO DA VIOLÊNCIA NO PAÍS

Os dados ainda impressionam. Com 34,3 mil homicídios ao ano, o País é o campeão mundial de mortes por armas de fogo, em números absolutos, segundo levantamento de 2010 feito pelo Ministério da Justiça. No entanto, entre 2004 e 2010, período que sucedeu a aprovação do estatuto do desarmamento, esse número caiu em 8%, ou seja, a tese de que quanto menos armas estiverem em circulação, menos mortes serão contabilizadas tem se revelado verdadeira.

A arma em si é um objeto estranho. Inventada pelo homem para garantir a sua sobrevivência e proteção, a arma foi evoluindo com o passar do tempo e com as transformações da sociedade e, hoje, é mais uma peça dentro de um complexo jogo de mercado e interesses que, não raro, acaba servindo como meio de atentar contra a vida do outro, causar medo e intimidação e não mais garantir com ela apenas a sua própria sobrevivência. Em caso de crimes passionais nem se fala. A arma é um objeto que definitivamente não deveria estare ali. Claro que ela poderia ser facilmente substituída por qualquer outra coisa, no entanto, sem ela sem dúvida algumas consequências trágicas poderia sem evitadas.

É por isso que o desarmamento continua sendo a bandeira de muitas organizações civis que em parceria com o governo federal atuam pelo desarmamento efetivo da sociedade, apreendendo armas irregulares ou regularizando outras. Além disso, o fácil acesso às armas alimenta o crime organizado no Brasil transformando o cenário atual das grandes cidades em uma verdadeira guerra. Os desafios para o desarmamento ainda são muitos, alguns apontados em entrevista publicada pela Carta Capital com a diretora da ONG Sou da Paz, Melina Risso.

Veja trecho:

Quanto menos armas em circulação, menos mortes
Por Bruno Huberman

“Já está comprovado, por números, que a menor quantidade de armas em circulação, e não o contrário, aumenta a segurança e reduz a quantidade de homicídios.” A opinião é da diretora da ONG Sou da Paz, Melina Risso, que desde 2003 faz parte do programa Controle de Armas e luta, ao lado do governo federal, pelo desarmamento da sociedade. O Sou da Paz participou ativamente da aprovação do Estatuto do Desarmamento naquele ano e das campanha de recolhimento de armas de 2004 e 2008, que tiraram mais de 500 mil de circulação e regularizaram outras 1,5 milhão.

De acordo com levantamento de 2010 feito pelo Ministério da Justiça, o Brasil tem 16 milhões de armas, das quais 47,6% na ilegalidade. Com 34,3 mil homicídios ao ano, o País é o campeão mundial de mortes por armas de fogo, em números absolutos. No entanto, desde a aprovação do Estatuto, ou seja, entre 2004 e 2010, a taxa de mortalidade por armas de fogo caiu 8%, comprovando a tese de Risso.

Acerca do debate aberto sobre a origem do armamento dos criminosos brasileiros, a diretora fica com o sociólogo Antonio Rangel Bandeira, da ONG Viva Rio, sobre a hipótese que a maior parte do poder de fogo dos traficantes e cia. são de produção nacional. Essa posição vai contra a apresentada pelo diretor dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CAC), Fabrício Rebelo, em carta enviada à CartaCapital. Sobre o CAC, Risso ainda discorda que a fiscalização deles é tão rígida como eles mesmo dizem. “O Exército não tem a quantidade de pessoas suficiente para fiscalizar no rigoroso processo que deveria fiscalizar.”

Leia abaixo a íntegra da entrevista. Na semana que vem publicaremos novas reportagens sobre o tema com diferentes setores envolvidos na questão.

A maioria das armas dos criminosos realmente vem de dentro do País?

“A informação de que as armas apreendidas no Brasil são prioritariamente de produção nacional está comprovada com dados. Sobre isso não tem como ir contra. Tem estudo feito pelo Centro de Análise e Planejamento (CAP) da Polícia Militar, de 2007, que mostra que as armas apreendidas por pessoas que de alguma maneira estavam cometendo algum crime são armas de fabricação nacional. A indústria nacional de armas alimenta a criminalidade. Isso é um fato, não há argumento contra. Por exemplo, a chefe da balística de São Paulo afirma que praticamente todas as armas que chegam para ela fazer uma análise são de fabricação nacional.”

O CAC

“O questionamento do CAC acontece porque ele é um setor muito visado. Nós fizemos uma pesquisa sobre a implementação do Estatuto do Desarmamento que mostrou que esse setor detém uma quantidade significativa de armas. Essa categoria chama atenção, mas não estou dizendo que essas pessoas estão desviando armas. Em 2007, tínhamos no Sigma (banco de dados de armas das Forças Armadas e do CAC) 154.522 armas registradas nas mãos de colecionadores, atiradores e caçadores. É um arsenal absurdo que está nas mãos de uma categoria que tem as armas como hobbie, que podemos inclusive questionar do ponto da segurança pública. Para além do desvio, essas pessoas que detém uma enorme coleção de armas acabam sendo visadas para o roubo.” (Texto Completo)

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ONU DIZ QUE GOVERNO LULA REDUZIU POPULAÇÃO EM FAVELAS E ISSO É UMA EFICIENTE POLÍTICA INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E EDUCAÇÃO

Favelas: onde o Estado não chega

Segundo matéria da BBC Brasil, relatório divulgado pelas Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que o Brasil reduziu em 16% a população de habitantes de favelas na última década. “Cerca de 10,4 milhões de pessoas deixaram este tipo de habitação. A fatia de pessoas que moram em favelas diminuiu de 31.5% para 26,4% em dez anos devido a adoção de políticas econômicas e sociais e a diminuição da taxa de natalidade”, diz a notícia .

Isso não significa simplesmente redução da pobreza ou melhora na qualidade de vida, mas também e principalmente, uma política integrada de segurança pública, saúde e educação.  Segurança Pública porque a melhora das condições habitacionais facilita a chegada do Estado e dificulta o entrincheiramento de organizações criminosas. Além disso, permite melhores condições de saúde com saneamento básico e postos de saúde próximos e, por fim, melhores condições de educação, se o “desfavelamento” for planejado conjuntamente com áreas para escola e lazer para a população.

A redução das favelas pode ser uma eficiente política integrada dos principais problemas brasileiros: segurança, saúde e educação.

Mais um crédito para o governo atual, do presidente Lula, com diz o site do Paulo Henrique Amorim, onde vi essa notícia.

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APAGÃO NA SEGURANÇA DE SÃO PAULO:CENAS DA AÇÃO DA POLÍCIA NO SEQUESTRO DE ELOÁ PARECEM TIRADAS DE UM FILME DOS TRAPALHÕES

Ação desastrada não deu chances para Eloá

Ação desastrada não deu chances para Eloá

As cenas mostradas pela televisão do momento da invasão do apartamento, em que a garota Eloá estava sendo mantida como refém pelo ex-namorado, parecem tiradas de um filme dos Trapalhões. Nada foi combinado. Alguns policiais que estavam no solo se assustam com a explosão (não esperavam), depois aquela demora em conseguir entrar e, terceiro: um dos policiais tenta colocar uma escada na janela muito depois da explosão. Se não fosse trágico seria cômico.

As cenas demonstram o despreparo da Política Militar e comprovam o apagão na Segurança Pública de São Paulo. Há 14 anos no poder, PSDB traz sua marca na incompetência com relação à segurança pública. As rebeliões da Febem, denúncias de manipulação de estatísticas de homicídios, chacinas constantes em São Paulo, agressões em escolas públicas e, agora, greve da polícia civil e a tragédia do seqüestro da menina Eloá

Isso com certeza que não é culpa dos policiais. Os policiais fazem o que pode com as condições que possuem. As cenas mostram uma polícia desarticulada, desaparelhada e sem treinamento para as situações mais difíceis.

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