Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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GUERRA CONTRA A DEMOCRACIA: JOHN PILGER MOSTRA O ESTRAGO QUE OS EUA FIZERAM NAS DEMOCRACIAS DA AMÉRICA

John Pilger

John Pilger

O australiano John Pilger, experiente jornalista radicado em Londres, mostra a tragédia da política externa dos Estados Unidos nos últimos 50 anos na América Latina. É interessante que um jornalista australiano precisa vir a América para mostrar a nossa própria tragédia política.

Pilger, que já ganhou prêmios como jornalista na Inglaterra, ganha credibilidade porque entrevista os próprios autores da guerra contra a democracia. Ele vai aos EUA e entrevista um ex-agente da CIA que justifica as torturas e as mortes provocadas pela derrubada de regimes democráticos. São inúmeros golpes de Estado financiados pelos Estados Unidos nas últimas décadas, sustentados por torturas e morte, inclusive no Brasil.

Um dos momentos mais interessantes é quando Pilger entrevista um empresário venezuelano que reclama do chavismo, comparando o governo Chaves à revolução comunista da Rússia de 1917.  Pilger não se contém e dá risada do discurso do empresário. Vale a pena para entender a ação dos Estados Unidos do México ao Chile. Vídeo abaixo:

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‘O CHAVISMO É O COMUNISMO BOLCHEVIQUE DA RÚSSIA QUE ESTÁ TOMANDO A VENEZUELA’; O ENTREVISTADOR NÃO AGUENTA E DÁ RISADA

KKKK, apresentador John Pilger, australiano que fez carreira na Inglaterra, dá risada do entrevistado. E a mídia brasileira repete esse mesmo discurso ignorante e ideológico. O vídeo é o trecho do documentário Guerra contra a Democracia.

Vi no Contexto Livre

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CANDIDATO DERROTADO DA VENEZUELA, HENRIQUE CAPRILES, TENTA POR FOGO NAS RUAS E DEIXAR O PAÍS EM GUERRA CIVIL

Capriles tenta levar no grito a eleição

Capriles tenta levar no grito a eleição

Direita venezuelana promove ataques violentos na noite desta segunda-feira.

Renata Mielli, de Caracas/ agências

Muitas manifestações marcaram esta segunda-feira em toda a Venezuela. Convocados à rua pelo candidato derrotado Henrique Capriles, seus partidários fizeram atos, passeatas e também agiram com violência, principalmente nos estados do interior do país. Em Caracas, às 20:00hs, ouviu-se um panelaço em toda a cidade.

 Durante a noite, sedes do PSUV no interior foram incendiadas, chegam notícias de ataques contra Centros de Diagnósticos Integrados que fazem parte da Missão Bairro Adentro (Saúde), escritórios do Conselho Nacional Eleitoral, prédios de emissoras de comunicação públicas e agressões contra jornalistas. Há notícias de feridos e mortos.
 
Durante o dia, o principal canal de televisão do país convocava aos venezuelanos a não reconhecerem as eleições e o “presidente ilegítimo”.
 
Os chavistas também ocuparam as ruas para comemorar a vitória de Nicolás Maduro, a sua proclamação como presidente eleito constitucionalmente e defender o resultado da eleição.
 
Maduro em seu discurso de proclamação e na coletiva de imprensa que concedeu à noite denunciou a tentativa da direita em golpear, mais uma vez, a democracia da Venezuela e disse que o governo e o povo estão preparados e sabem como se defender destas tentativas.
 
Com estas manifestações, a direita quer desestabilizar o governo e gerar fatos para serem trabalhados pela imprensa internacional, visando colocar a opinião pública contra a Venezuela. “As manifestações e atos violentos são uma forma de alimentar os meios de comunicação, porque isso é o que será a primeira página de muitos periódicos em todo o mundo, que querem transmitir a ideia de que a Venezuela vive uma situação de instabilidade”, avaliou Ignácio Ramonet em entrevista à TeleSur. (Texto Integral)
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GOLPISTAS ACREDITAM QUE ELEITORES DE HUGO CHÁVEZ SÃO OS FIÉIS DESESPERADOS DO PASTOR MARCO FELICIANO

Pessoas acompanham o funeral de Hugo Chávez

Pessoas acompanham o funeral de Hugo Chávez

Há um discurso de matiz golpista que andou permeando o pensamento sobre o apoio populacional a Hugo Chávez. Esse discurso tenta fazer as pessoas acreditarem que a homenagem a um político morto, que foi recém-eleito democraticamente, é formada por uma massa indistinta e levada pela emoção, assim como parecem agir os fiéis desesperados que doam seu dinheiro para o pastor Marco Feliciano (PSC). Mas não são.

As ruas da Venezuela tomadas pela população estão bem mais próximas de uma demonstração de ação política e democrática. Homenagear Chávez nas ruas significa não só o agradecimento a um líder, mas a afirmação de seu legado.

A população elegeu, reelegeu e referendou Chávez e a Constituição venezuelana. É certo que Chávez errou em não eleger um sucessor, o que promoveu um caráter personalista às transformações do país. Isso deverá mudar nos próximos anos.

A multidão na rua pode trazer alguma comoção ocasional, mas não é essa a postura dessas pessoas. Elas não estão em busca de uma bênção, não estão pagando dízimos, não estão desesperadas diante de uma dor ou sofrimento, não estão fragilizadas e nem entorpecidas por gritos e histerias, como em algum momento da vida qualquer pessoa pode estar, mas com certeza querem, no mínimo, participar da homenagem a um grande líder político.

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INACREDITÁVEL: HUGO CHÁVEZ, O PARLAMENTAR GEORGE GALLOWAY E O QUE A MÍDIA FAZ COM A CABEÇA DE UM JOVEM ESTUDANTE

VENEZUELA NÃO VOLTARÁ A SER UMA REPÚBLICA DAS BANANAS COM DITADOR PAGO PELOS EUA E FESTEJADO PELA MEDÍOCRE VEJA

Revista Veja comemorou golpe de Estado em 2002

Revista Veja comemorou golpe de Estado em 2002, contra Chávez

Não é porque Chávez morreu que a Venezuela vai virar Las Vegas

Por Nirlando Beirão, via Com Texto Livre

De volta à República das bananas? Nem pensar.

Seguro que não.

A Venezuela não vai recuar para o papel de quintal dos Estados Unidos e de poleiro para ditadores corruptos.

Se Chávez teve um mérito, foi esse: a Venezuela se livrou da plutocracia. Os magnatas sem escrúpulos se mudaram para Miami. Ele deu um basta nos governos gringos que tratam a América Latina como se a gente ainda vivesse na guerra fria.

A Venezuela de Chávez se impregnou de cheiro de povo. Os índices de miséria desabaram. Os programas sociais da chamada Revolução Bolivariana foram mais radicais e mais abrangentes do que as versões brasileiras do Fome Zero e da Bolsa Família.

Outra virtude sua foi a coragem pessoal.

Chávez jogou pelas regras da democracia (embora os choramingões da imprensa golpista filiada à SIP quisessem dizer o contrário), mas deu um conteúdo excessivamente personalista a seu governo. Esse foi seu pecado.

Mesmo que o chavismo sobreviva, Chávez há de fazer falta. Governos autocráticos se fundam em líderes e correm o risco de sucumbir junto com eles.

Estão soltando fogos em Miami. O intrigante Roger Noriega deve ter aberto uma champanhe. Em vão.

(Noriega foi o sub-secretário de Estado de George Bush para assuntos do quintal, isto é, da América Latina.

Tramou com o rebotalho da direita um golpe contra o presidente eleito, em 2002. Botou no poder, por 48 horas, o líder dos empresários do atraso. A revista Veja comemorou, na capa. Chávez voltou nos braços do povo. Noriega continuou atuando nos bastidores: boatos, intrigas, subornos e notas plantadas em acadêmicas colunas do Globo e assemelhados).

Mas a Venezuela não é mais vassala do Império. Com Chávez, sem Chávez, não há como voltar atrás. O poder é dos descamisados.

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DOCUMENTÁRIO IMPRESSIONANTE SOBRE HUGO CHÁVEZ: “NÃO PERMITAM QUE OS ENVENENEM COM TANTAS METIRAS”

Ao ver o vídeo, troque a palavra Venezuela por Brasil e a história do discurso, não dos fatos, será a mesma. Para a grande mídia brasileira, Hugo Chávez é o primeiro ditador eleito democraticamente e carregado pelo povo ao poder. Da mesma forma, Lula é o ex-presidente que precisa de impeachment.

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HASTA SIEMPRE! HUGO CHÁVEZ ÉS UN DEMONIO?

hugo e cheHASTA SIEMPRE!

Eduardo Galeano

Hugo Chávez es un demonio. ¿Por qué? Porque alfabetizó a 2 millones de venezolanos que no sabían leer ni escribir, aunque vivían en un país que tiene la riqueza natural más importante del mundo, que es el petróleo. Yo viví en ese país algunos años y conocí muy bien lo que era. La llaman la “Venezuela Saudita” por el petróleo. Tenían 2 millones de niños que no podían ir a las escuelas porque no tenían documentos. Ahí llegó un gobierno, ese gobierno diabólico, demoníaco, que hace cosas elementales, como decir “Los niños deben ser aceptados en las escuelas con o sin documentos”. Y ahí se cayó el mundo: eso es una prueba de que Chávez es un malvado malvadísimo. Ya que tiene esa riqueza, y gracias a que por la guerra de Iraq el petróleo se cotiza muy alto, él quiere aprovechar eso con fines solidarios. Quiere ayudar a los países suramericanos, principalmente Cuba. Cuba manda médicos, él paga con petróleo. Pero esos médicos también fueron fuente de escándalos. Están diciendo que los médicos venezolanos estaban furiosos por la presencia de esos intrusos trabajando en esos barrios pobres. En la época en que yo vivía allá como corresponsal de Prensa Latina, nunca vi un médico. Ahora sí hay médicos. La presencia de los médicos cubanos es otra evidencia de que Chávez está en la Tierra de visita, porque pertenece al infierno. Entonces, cuando se lee las noticias, se debe traducir todo. El demonismo tiene ese origen, para justificar la máquina diabólica de la muerte.

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DISSERTAÇÃO DE MESTRADO, DEFENDIDA NA UNICAMP, MOSTRA UMA VENEZUELA COM IMPRENSA LIVRE E SEM OS OLHOS DE SANGUE DA MÍDIA BRASILEIRA

Livro esquadrinha processo que levou Hugo Chávez ao poder

Do jornal da Unicamp

Quando cursava ciências sociais na USP, Flávio da Silva Mendes surpreendia-se com o antagonismo dos discursos sobre o governo de Hugo Chávez, da Venezuela, que permeavam os meios acadêmicos e aqueles veiculados na grande imprensa. Intrigado e motivado pelo interesse que sempre manifestara pela política na América Latina, ele se propôs a estudar o que determinava essa dicotomia. A oportunidade surgiu ao receber uma bolsa de mestrado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp.  Mendes admite que muitas dúvidas o perseguiam ao elaborar o projeto, em parte dirimidas ao longo dos três meses em que esteve em Caracas, no início de 2009.

Lembra que ao chegar recebeu um choque e somente com as pesquisas e os contatos começou a entender o que realmente estava acontecendo no país. Foi quando se deu conta de que, tanto os discursos mais politizados, que ocorrem nos meios acadêmicos do Brasil, quanto os vinculados na imprensa, são distorcidos por várias razões e não refletem a realidade. É o que procura mostrar em sua dissertação de mestrado, orientada pelo professor Marcelo Ridenti, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, financiada pelo CNPq, que deu origem ao livro Hugo Chávez em seu Labirinto: o Movimento Bolivariano e a política na Venezuela, recém-lançado pela editora Alameda e publicado com o apoio da Fapesp.

O titulo faz clara referência ao livro O general em seu Labirinto, de Gabriel Garcia Márquez (1989), que trata dos últimos dias da vida de Simón Bolívar [1783-1830], de cujos ideais estão supostamente impregnados a cultura da Venezuela e o discurso de Hugo Chávez. Para o autor, o país tem também o seu “general” e o seu “labirinto”, mas como no romance de Garcia Márquez, o personagem principal não conhece seu final nem tem poderes ilimitados, como parece, para conduzir o seu enredo. No estudo, ele considera fundamental entender a ascensão de Chávez como produto histórico. “Não é ele que produz o processo; é o processo que leva a ele”, diz convicto.  Por isso, se propôs a entender a origem do Movimento Bolivariano, que aglutinou o nacionalismo militar e a esquerda.
Em decorrência do estudo, ele constata que, apesar das muitas tentativas e projetos do governo Chávez, as mudanças econômicas pretendidas tiveram pequeno avanço. Os resultados mais interessantes envolvem a política social, de que resultou a melhoria da condição de vida da população mais pobre. Apesar das especulações sobre a saúde de Chávez, ele acredita que apenas uma ocorrência muito grave ou uma tragédia o levaria à derrota nas eleições de 8 de outubro próximo.  Para ele, “o processo da revolução bolivariana tende a continuar, embora tenha atingido certa estabilidade depois de vários anos de confronto mais acirrado com as oposições. A mobilidade desse processo vai depender do crescimento do grau de consciência da população, que constitui a própria base do governo”.

Entre algumas das principais impressões decorrentes de sua estada na Venezuela, Mendes menciona a polarização das opiniões em relação ao governo: não há matizes, ou se é chavista ou antichavista.  Constatou nas ruas que qualquer tentativa de relativizar a opinião resulta inútil e determina a classificação de contra ou a favor. Na Universidade Central da Venezuela, os professores se revelam opositores em sua maioria. A classe média e os intelectuais participam das marchas organizadas pela oposição, ao contrário dos pobres, revelando uma divisão social de classes.

Para o autor do livro, a adesão dos mais pobres decorre da melhoria de suas condições materiais, redução do custo de vida, ampliação da rede de proteção social, e de uma economia que gera mais renda. A população sente-se representada pelo governo, identificação que ocorre até em relação às feições de Chávez, semelhantes aos povos do sul do país, diferentes dos políticos anteriores cujos traços remetem à “elite”. No apoio a Chávez está subjacente a visão de que a Venezuela depende dele e de seu projeto de governo, que os partidos aliados e o exército não conseguem implementar. Com efeito, a coalizão de grupos muito diferentes que apoia o governo acirra as disputas internas e leva à troca constante de ministros na tentativa de atender às bases de apoio.

Na opinião de Mendes, a classe média não conseguiu retomar o poder de consumo que detinha anteriormente.  Chávez não se mostra sensível a tais descontentamentos e às reivindicações desses segmentos que pleiteiam melhoria nos transportes, aumento da segurança e eficiência na coleta de lixo, problemas sensíveis particularmente nas cidades maiores. Essas críticas repercutem nos jornais e na televisão, nos quais o governo é mostrado sem capacidade administrativa, corrupto e autoritário. O autor diz que essas críticas ocorrem até na base do governo.

De um professor favorável a Chávez, ele ouviu que “o governo está muito preocupado em fazer a revolução, mas se esquece de tirar o lixo”. Ressalva, entretanto, que Chávez não é o responsável por esses e outros problemas históricos, mas que efetivamente ele encontra muita dificuldade em revertê-los. (…)

Entretanto, o pesquisador identifica avanços políticos na Venezuela.  Lembra que, no final dos anos 80 e início dos anos 90, uma boa parte da população não sentia a possibilidade de mudanças sociais e não acreditava na política como via de transformação.  Considerava-se no fundo do poço e sem saída. “Entendo que, a partir dos anos 90, o surgimento de uma nova via conduziu a uma politização muito grande. Considero esse fato muito importante tanto para a base de apoio de Chávez como para a oposição. Saiu-se daquela democracia pactuada, incontestada, para um cenário com várias possibilidades para a sociedade. A população ganhou consciência de que tem direitos, que deve defendê-los, independentemente de qual seja o governo no poder. Depois de uma análise histórica do que ocorreu ao longo das últimas décadas no país, não se pode acreditar que Chávez tenha sido eleito em1998  manipulando as massas. Não se pode ignorar todas as crises anteriores  e o acúmulo de necessidades de mudanças esperadas pela população”, conclui ele. (texto completo)

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DIREITA DA VENEZUELA É IGUAL À DO BRASIL: OS POBRES NÃO MERECEM SAÚDE E EDUCAÇÃO, DIZ A VERDADEIRA VOZ DA OPOSIÇÃO A CHÁVEZ

Saúde e educação gratuitas são “merdas” que os pobres da Venezuela não merecem: é o que pensa Adriana Mendoza Capriles, sobrinha do candidato à presidência da Venezuela Henrique Capriles, musa da direita venezuelana e que mora em Miami. Saiu no sabinabecker, que chamou de a verdadeira voz da oposição.

Fonte: Opensante  via Com Texto Livre

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MERVAL PEREIRA SENSACIONAL; COMENTARISTA DA GLOBO CRIA NOVO CONCEITO POLÍTICO: VENEZUELA VIVE DEMOCRACIA AUTORITÁRIA

Manifestantes tomam as ruas de Caracas/foto Carta Maior

Manifestantes tomam as ruas de Caracas/foto Carta Maior

Na tarde desta segunda-feira (16), o comentarista de Política Merval Pereira, da CBN, empresa da Rede Globo, disse sobre o referrendo da Venezuela que o presidente Hugo Chaves “usa mecanismos da democracia para fazer um governo autoritário”.

É a primeira vez na humanidade que mecanismos democráticos servem para o autoritarismo.

Ganhar eleições e referrendos virou autoritarismo. Os cientistas políticos precisam rever seus conceitos.

Eu também. Já vi mecanismos anti-democráticos servirem ao autoritarismo,  mas mecanismos democráticos servirem ao autoritarismo é a primeira vez.

Parece piada, mas é a CBN. Ouça você mesmo!

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