Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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PALOCCI É UM AMADOR PERTO DE VERÔNICA SERRA, MAS ELE VAI RESISTIR ATÉ COMPLICAR A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

Palocci, uma lesma endinheirada

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, é um amador em termos de enriquecimento. Perto de Verônica Serra, filha e sócia do seu pai, José Serra, Palocci é uma lesma. 

O incompetente do Palocci conseguiu  amentar seu patrimônio (em míseras) 20 vezes em dois anos, enquanto Verônica Serra aumentou 50 mil vezes em 42 dias.

É por isso, por ser lerdo, que Palocci deve sair o mais rápido possível do governo até que explique seu enriquecimento e também porque é tão incapaz de ficar rico.

A demora de Palocci em pegar o chapéu e sair está prejudicando o governo de Dilma Rousseff.  Palocci precisa fazer um curso com Verônica Serra. Acho que é por isso que Serra achou normal o enriquecimento do Palocci. Serra considera que Palocci é um pobre.

Veja notícia sobre a competência de Verônica Serra:

Do blog Amigos do Presidente Lula

A imprensa brasileira que divulgou o dossiê Palocci, noticiando que seu patrimônio aumentou 20 vezes em 4 anos, o que dirá do aumento vertiginoso de 50.000 vezes da empresa da filha de José Serra (PSDB/SP) em 42 dias?

Verônica Allende Serra, filha de José Serra, era sócia da empresa DECIDIR.COM BRASIL, já conhecida de outras reportagens.

A empresa teve seu capital multiplicado por 50.000 (cinquenta mil vezes)… repetindo para você ter certeza do que está lendo: 50 MIL VEZES!

E isso em apenas 42 dias.

A empresa foi criada no dia 8 de fevereiro de 2000, com capital de R$ 100,00 (cem reais).

Quinze dias depois, no dia 22 de fevereiro de 2000, o nome da empresa mudou para “Decidir.com Brasil S.A.” e a sócia Verônica Allende Serra (filha de José Serra) assumiu o cargo de Diretora e de Vice-presidente da empresa.

Em 21 de março de 2000, passados 42 dias da criação da empresa, o capital foi aumentado para R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), ou seja 50 mil vezes o valor incial.

Detalhes:

Verônica Allende Serra não era apenas filha de José Serra. Também era sócia do pai em outra empresa, de consultoria, simultaneamente: na ACP – ANÁLISE DA CONJUNTURA ECONÔMICA E PERSPECTIVAS LTDA (conforme citado na ação proposta do Ministério Público Federal, aqui)

José Serra era ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso, nesta época, e pré-candidato à presidência da República.

O Ministério Público Federal apurou que José Serra NÃO DECLAROU sua empresa de consultoria à Justiça Eleitoral, nas eleições em que concorreu em 1994, 1996 e 2002. (Veja documentação e resto do post no site Amigos do Presidente Lula)

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JOSÉ SERRA DEVERIA EXPLICAR EMPRESA DA FILHA VERÔNICA QUE ASSESSORAVA COMPRAS GOVERNAMENTAIS QUANDO ELE ERA MINISTRO

Arapongagem das Verônicas

Matéria da Carta Capital desta semana traz algumas questões para Serra.

O que José Serra precisa explicar:

1. É correto a filha (Verônica Serra) de um alto integrante do governo, no caso Ministro da Saúde, (José Serra) ter uma empresa para assessorar compras governamentais, inclusive no ministério comandado pelo pai?

2. Qual a opinião de José Serra sobre o fato de a sua filha, Verônica, ter sociedade com a irmã e braço direito de um banqueiro condenado a 10 anos de prisão?

3. O que Serra tem a dizer sobre o vazamento de informações provocados pela empresa da sua filha Verônica Serra, quando ele era ministro?

Veja trecho da matéria da Carta Capital:

Carta Capital: filha de Serra expôs sigilo de milhões de pessoas

A revista CartaCapital que está nas bancas nesta semana traz reportagem de Leandro Fortes que vai colocar em apuros o tucano José Serra. Segundo a reportagem, baseada em documentos oficiais, por 15 dias no ano de 2001, no governo FHC/Serra a empresa Decidir.com abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros. A Decidir.com é o resultado da sociedade, em Miami, da filha de Serra, Verônica Serra, com a irmã de Daniel Dantas. Veja abaixo a reportagem de CartaCapital.

Extinta empresa de Verônica Serra expôs os dados bancários de 60 milhões de brasileiros obtidos em acordo questionável com o governo FHC

30 de janeiro de 2001, o peemedebista Michel Temer, então presidente da Câmara dos Deputados, enviou um ofício ao Banco Central, comandado à época pelo economista Armínio Fraga. Queria explicações sobre um caso escabroso. Naquele mesmo mês, por cerca de 20 dias, os dados de quase 60 milhões de correntistas brasileiros haviam ficado expostos à visitação pública na internet, no que é, provavelmente uma das maiores quebras de sigilo bancário da história do País. O site responsável pelo crime, filial brasileira de uma empresa argentina, se chamava Decidir.com e, curiosamente, tinha registro em Miami, nos Estados Unidos, em nome de seis sócios. Dois deles eram empresárias brasileiras: Verônica Allende Serra e Verônica Dantas Rodenburg.

Ironia do destino, a advogada Verônica Serra, 41 anos, é hoje a principal estrela da campanha política do pai, José Serra, justamente por ser vítima de uma ainda mal explicada quebra de sigilo fiscal cometida por funcionários da Receita Federal. A violação dos dados de Verônica tem sido extensamente explorada na campanha eleitoral. Serra acusou diretamente Dilma Rousseff de responsabilidade pelo crime, embora tenha abrandado o discurso nos últimos dias.

Naquele começo de 2001, ainda durante o segundo mandato do presidente FHC, Temer não haveria de receber uma reposta de Fraga. Esta, se enviada algum dia, nunca foi registrada no protocolo da presidência da Casa. O deputado deixou o cargo menos de um mês depois de enviar o ofício ao Banco Central e foi sucedido pelo tucano Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, hoje candidato ao Senado. Passados nove anos, o hoje candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff garante que nunca mais teve qualquer informação sobre o assunto, nem do Banco Central nem de autoridade federal alguma. Nem ele nem ninguém.

Graças à leniência do governo FHC e à então boa vontade da mídia, que não enxergou, como agora, nenhum indício de um grave atentado contra os direitos dos cidadãos, a história ficou reduzida a um escândalo de emissão de cheques sem fundos por parte de deputados federais. (Texto Integral no Nassif)

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O eleitor ideal para a velha mídia

Por que a velha mídia não responde a várias perguntas?

Veja algumas perguntas que não querem calar:

Por que alguém ou algum adversário teria interesse em violar o sigilo da filha de José Serra? Por que não violaram o sigilo da mulher de José Serra? Estranho, só da filha?

Afinal, o que se revelou sobre o sigilo de Verônica Serra? Até o momento nenhuma reportagem mostra o que foi violado.

O presidente Lula foi no ponto central: cadê a quebra de sigilo de Verônica Serra?

Por que se teria violado o sigilo de Eduardo Jorge? Quem é Eduardo Jorge? Qual a sua função durante a privatização tucana?

A velha mídia não responde a essas questões porque se transformou em órgão extra oficial dos tucanos.

Os jornais Folha de S.Paulo e Estadão, além da Rede Globo e outros mantêm uma cobertura que mais parece panfleto travestido de reportagem. É só um lado da reportagem. Essa eleição mostra um Brasil contra a grande mídia?

Mas afinal,

Por que alguém teria interesse no sigilo de Verônica Serra e Eduardo Jorge? Seriam eles suspeitos de terem sociedade com bandidos, corruptos, etc? E supondo que Verônica Serra e Eduardo Jorge estivessem participando de um grande esquema de corrupção e, por isso, alguém tentou violar o sigilo, isso não é importante?

O importante para a velha mídia é somente proteger o sigilo de um possível corrupto?

O sigilo fiscal só se torna tabu quando é preciso proteger a corrupção.

Por que não se questiona isso?

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