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mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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BYE BYE PIG: BRASIL VENDE UM COMPUTADOR POR SEGUNDO, DIZ PESQUISA DA FGV

Em 2013, Brasil deve vender 22 milhões de computadores

Em 2013, Brasil deve vender 22 milhões de computadores

Brasil tem três computadores para cada cinco habitantes, diz pesquisa da FGV

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A quantidade de computadores em uso no Brasil, somados os corporativos e os domésticos, chega a 118 milhões, aponta pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgada hoje (18). Isso significa que existem, no país, três computadores para cada cinco habitantes.

O estudo mostrou também que o número de computadores dobrou no período de quatro anos. Para este ano, a FGV estima que serão comercializados 22,6 milhões de unidades, o que equivale a uma unidade por segundo.

A projeção para daqui três anos é que o país tenha um computador por habitante, com 200 milhões de unidades. Esse crescimento será puxado, explica o professor Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa, pelo aumento previsto nas vendas de tablets, também classificado como computador pela pesquisa.

O levantamento, que é feito há 24 anos e divulgado anualmente, consultou 5 mil grandes e médias empresas com 2,2 mil respostas válidas.

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Tá faltando o S do BNDES

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O governo Lula acerta ao tentar implantar um sistema de compra de computadores para professores, mas erra ao fazer um plano que as Casas Bahia e outras empresas do ramo possuem.

A taxa de juro apresentada pelo governo e cobrada pela Caixa Econômica Federal para que professores comprem computador é muito alta, cerca de 26% ao ano. Enquanto isso, um grande empresário pode comprar máquinas e equipamentos em geral  pelo Finame com 4,5% ao ano via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social). Em um financiamento de dois anos pelo programa do governo, o professor leva um e paga um e meio. Não dá.

Ora, um país que precisa investir em educação, não pode ter essa diferença e privilégio. É correto que o BNDES financie empresários com taxas baixas. Isso é ótimo para o Brasil, mas o S do BNDES não está funcionando bem. No caso da educação, o governo não precisa nem mudar de nome. Pode chamar de Finame (Financiamento nacional para melhorar a educação).

Outra alternativa é permitir que governos, empresas da árrea de educação ou  municípios comprem computadores para professores no atacado via Finame e descontem sobre o holerite. A empresa, município  ou o estado podem até ganhar, cobrando juro administrativo de 1% ao ano. Assim, o professor pagaria cerca de 6% ao ano e todo mundo ganharia.

Mas o grande problema da informatização na educação não é a compra de computadores que, como disse, pode ser feito nas Casas Bahia. O problema é a banda larga. Sem banda larga, o computador fica muito limitado. O governo precisa investir para baratear o custo da internet. De que adianta financiar computador se a internet terá um custo de mais de R$ 100 por mês. Quase nada.

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Professores de 64 municípios já podem financiar compra de computador pela Caixa

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Modelo de computador oferecido oferecido pelo governo

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Brasília – Professores das redes pública e privada de qualquer nível de ensino de 64 municípios já podem obter crédito para a compra de computadores portáteis. O financiamento faz parte do Programa Brasileiro de Inclusão Digital do governo federal.

Os computadores serão financiados pela Caixa Econômica por meio de três linhas de crédito: consignação em folha, Computador para Todos e Financiamento de Equipamentos de Informática (BCD), com prazos que variam entre 6 e 24 meses e taxas de 1,89% a 2,2% ao mês.

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) ficará responsável pela operacionalização do programa, disponibilização dos meios para o registro, gestão, rastreabilidade e entrega dos pedidos de soluções de informática para os professores e pela logística de pedido e entrega do equipamento.

Entre os 64 municípios que serão contempladas com financiamento da Caixa nesta primeira etapa, estão aqueles que obtiveram maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em cada um dos estados (um em cada unidade da Federação, exceto o Distrito Federal). Também fazem parte desse grupo as cidades que mais se destacaram na pesquisa sobre Redes de Aprendizagem, realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com o Ministério da Educação. A lista dos municípios está disponível no site dos Correios.

Os equipamentos que serão financiados possuem valor máximo de venda de R$ 1,4 mil e devem ser escolhidos também pelo site.

Os professores poderão financiar a aquisição nas agências da Caixa situadas nos municípios selecionados. Para fazer a avaliação de crédito na agência bancária, o professor deve levar: documento de identidade e CPF, comprovantes de renda e de endereço, declaração da instituição de ensino, contendo o código Inep e código do equipamento escolhido no site.

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GOVERNO INVESTE EM NOTEBOOK, MAS A PRIORIDADE DEVERIA SER A INTERNET BANDA LARGA

O Ministério da Educação está em fase final de licitação para a compra de 150 mil notebooks (veja matéria abaixo), mas a internet banda larga no país ainda é uma das piores do mundo.  O governo precisaria investir prioritariamente em estrutura e isso implica em quebrar monopólios privados das telecomunicações.  Essa deveria ser a crítica da oposição, ou seja, popularizar a internet,  mas isso é a última coisa que PSDB e DEM gostariam de fazer. É por isso que o governo Lula é lento nesse setor. Nenhuma força política está interessada em mudar essa realidade.

MEC decide ampliar fase de testes para escolha de computador educacional

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) decidiu ampliar a fase de testes dos notebooks educacionais que o governo federal pretende distribuir a alunos de 300 escolas públicas. Segundo o coordenador de inclusão digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, a realização de novos experimentos foi decidida na última semana, para que não haja dúvidas sobre a qualidade dos equipamentos a serem adquiridos. O governo fez o pregão eletrônico em dezembro de 2008.

Segundo Alvarez, os testes serão realizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), contratado na semana passada pelo MEC. “Se os equipamentos forem aprovados, em no máximo 30 dias poderemos fechar um contrato e, em 90 dias, os notebooks chegarão às escolas. Agora, se os micros da empresa primeira colocada no pregão eletrônico não forem validados, então chamaremos a segunda colocada, negociando com base no mesmo preço [apresentado] pela primeira colocada”, disse Alvarez à Agência Brasil.

Representante no Brasil da empresa indiana Encore, a Comsat Tecnologia apresentou a melhor proposta de preço durante o pregão eletrônico realizado em dezembro pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Por R$ 82,55 milhões, a empresa se prontificou a entregar 150 mil notebooks ao MEC. Assim, cada aparelho custaria R$ 550. A proposta inclui a entrega do equipamento em cada uma das escolas públicas que integrarão a primeira etapa do projeto Um Computador por Aluno (UCA), além de manutenção, garantia e impostos.

Para o procurador da Comsat, Jackson Alexandre Sosa, falta clareza na condução do processo licitatório. “Tememos por isso e como a situação está demorando [a ser resolvida] ficamos inseguros. Estamos procurando todos os meios legais possíveis para demonstrar que nosso produto está em conformidade com o que estabelecia o edital”, adiantou Sosa.

Sosa diz que não foi oficialmente notificado a respeito da ampliação da fase de testes. Segundo ele, a Comsat não recebeu  relatório ou documento sobre possíveis falhas que comprometessem o desempenho dos aparelhos, cujo desenvolvimento teve investimento de R$ 2,4 milhões. De acordo com Sosa, o MEC enviou na semana passada um fax ao advogado da Comsat, exigindo que a empresa entregasse novas máquinas para testes no prazo de 48 horas.

“Respondemos que não entregaríamos neste prazo, pedindo mais tempo. Quisemos saber sobre como acompanhar os testes. Recebemos uma resposta do MEC dizendo que o prazo não seria prorrogado”, disse Sosa. “Diziam que seríamos notificados pelo pregoeiro oficial, o que não aconteceu, e que alguém do Inmetro nos informaria sobre o local dos testes e as condições, conforme prevê o edital. Isso também não foi feito.”

O site de compras do governo federal, o ComprasNet, não apresenta qualquer nova informação sobre o pregão desde o último dia 30.

Sosa entende que o notebook desenvolvido pela Comsat, o Mobilis, segue as especificações do edital de convocação das empresas interessadas em participar da licitação. Segundo ele, técnicos do MEC teriam informalmente feito comentários sobre características do aparelho que não contrariam às exigências do edital, como o tamanho da tela do microcomputador.

“É como se alguém quisesse mudar as regras do jogo durante a partida. A informação extra-oficial que temos é que nosso aparelho estaria incompatível com as especificações do edital”, disse Sosa. “Durante uma reunião, ouvi um comentário do tipo: se a licitação ocorresse hoje, o produto licitado não seria o mesmo. A tela não teria apenas 7 polegadas, e o produto teria que ter maior capacidade de memória e de processamento.”

Sobre as observações do procurador da empresa, Cézar Alvarez garante que o processo de compra não foi interrompido. “O que há é continuidade e aprofundamento dos testes que já vinham sendo feitos. Vamos até o fim com essa licitação porque os equipamentos estão na faixa de preço sugerido [pelo FNDE] e para o qual nos preparamos financeiramente.” Ele também ressaltou que “quem determina quando terminam os testes é o licitante, e quem compra decide sobre a qualidade do que é comprado.”

“O governo não será irresponsável adquirindo um equipamento que não esteja em plenas condições. Se este equipamento for aprovado, todo o processo significará um selo de atestado da qualidade do produto. E quem dirá isso será o Inmetro, um certificador internacional”, afirmou.

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BRASIL TAMBÉM É LIDER EM DESIGUALDADE NO ACESSO À INTERNET

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TODAS AS ESCOLAS DAS CIDADES DE SÃO PAULO, PORTO ALEGRE, PALMAS, PIRAÍ E BRASÍLIA TERÃO COMPUTADOR PARA OS ALUNOS

comentário:

O programa Um computador por aluno é muito bom, mas o governo deve investir é no barateamento da transmissão da informação.  Os computadores, com a concorrência que existe, tendem a ficar muito acessíveis, mas a transmissão de dados (internet banda larga) está monopolizada no Brasil. Essa é a questão! Não adianta computador sem banda larga. É como ter um carro e não ter dinheiro para colocar gasolina.

Escolas públicas vão receber 150 mil computadores portáteis antes do início do ano letivo

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – As escolas públicas vão receber 150 mil notebooks (computadores portáteis) antes do início do ano letivo. Os computadores foram comprados pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Presidência da República no fim do ano passado, dentro do programa Um Computador por Aluno.

A informação foi dada hoje (26) à Agência Brasil pelo  presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni. “Nós teremos ainda  antes deste ano letivo várias escolas já com sua rede de computadores disponível. O MEC tem avançado  bastante nesse projeto e nós teremos aí em torno de 150 mil computadores    sendo distribuídos para 300 escolas brasileiras nesse ano de 2009”,  afirmou.

A idéia agora é que o governo federal  promova parcerias  com estados e municípios para ampliar a base de computadores. “Nós precisamos chegar a um universo muito maior”, disse Marcos Mazoni.

Mazoni informou que o MEC  tem  trabalhado  com esse objetivo junto com governos estaduais e municipais.  O presidente do Serpro afirmou ainda que a intenção é  ter outras novidades importantes este  ano, “ampliando, sem dúvida nenhuma, a base de distribuição de máquinas para todos os alunos do país”.

Mazoni esclareceu que as 300 escolas de 150 localidades serão atendidas com os notebooks. E que  cinco cidades (São Paulo/SP, Porto Alegre/RS, Palmas/TO, Piraí/RJ e Brasília/DF)  terão 100%  dos alunos com computador portátil. “Essa é a diferença. Somente cinco cidades têm todos os alunos da rede pública municipal, estadual e com recursos federais  sendo atendidas”, afirmou.

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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO COMPRA COMPUTADORES ECOLÓGICOS

USP utilizará micros ambientalmente sustentáveis e com “selo verde”

Valéria Dias
Agência USP de Notícias

Computadores da USP terão peças recicláveis e ausência de chumbo

Computadores da USP terão peças recicláveis e ausência de chumbo

Microcomputadores livres de chumbo, econômicos no consumo de energia e cujos componentes são totalmente recicláveis. Estas são algumas das características dos “micros verdes”, computadores ambientalmente sustentáveis e que, em breve, estarão sendo utilizados por professores, alunos e funcionários da Universidade de São Paulo, em uma iniciativa pioneira da instituição. As duas mil máquinas serão fornecidas pela Itautec, empresa vencedora de um processo de licitação ocorrido no último mês de setembro. A assinatura do contrato marca o início do uso de um “Selo Verde” pela USP.

A professora Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da Universidade, conta que a idéia inicial era exigir no edital de licitação que a empresa fornecedora das máquinas fabricasse computadores livres de chumbo, com eficiência energética e cujos componentes fossem recicláveis. “Entretanto, havia um problema: precisaria ter no mercado, no mínimo, três empresas que atendessem a todos os requisitos exigidos. E atualmente, no Brasil, poucas empresas conseguiriam atender a essa demanda, o que poderia inviabilizar o processo licitatório. A sugestão da Consultoria Jurídica da USP foi que esses itens constassem no edital como ‘desejáveis’ e não ‘obrigatórios’”, explica.

E assim foi feito. Das quatro empresas participantes, a Itautec acabou vencendo a concorrência. “Após sair o resultado, decidimos procurá-los para solicitar que os itens ‘desejáveis’ fossem, de fato, entregues. E eles aceitaram”, conta a diretora do CCE, lembrando que esta solicitação seria feita para qualquer outra empresa que tivesse vencido a licitação.

A USP investirá cerca de R$ 2,4 milhões na aquisição desses equipamentos, por meio do processo de compra centralizado pela Coordenadoria de Tecnologia de Informação (CTI)

BLOGOSFERA JÁ PERDE COM A CRISE DOS NEOLIBERAIS NORTE-AMERICANOS

no brasil, crise chega aos PCs

Sílvio Meira/Terra Magazine

A crise que não ia chegar aqui, ou que ia ser só uma “marolinha”, está aqui. e fungando no cangote de todo mundo. segundo a consultoria it Data, os PCs já ficaram 15% mais caros e, por causa da combinação de aumento de preços e juros, associadas à diminuição dos prazos de financiamento, as vendas já caíram 30%. desde o começo da crise financeira mundial, as ações da positivo informática, principal fabricante nacional, cairam mais de 50%.

o mercado brasileiro de PCs vinha tendo um crescimento excepcional, com vendas ao redor de 25 máquinas por minuto, o que ia dar perto de seis milhões de PCs vendidos no ano, até porque no natal as coisas se aceleram muito. agora, ninguém sabe ao certo o que pode acontecer. boa parte dos insumos é importada e em dólares, que saiu de perto de R$1.50 para bem mais de R$2. (Texto Integral no Terra Magazine)

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Comentário:

A entrada de prefeituras com investimento em infra-estrutura para acesso à internet e banda larga pode ser decisiva para baixar os preços cobrados pelas empresas e possibilitar maior acesso da população à informação fora dos oligopólios de mídia. O Brasil avançou nos últimos anos, mas precisa avançar muito mais.

Uma em cada cinco casas brasileiras tinha acesso à internet em 2007

Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil

Uma em cada cinco casas brasileiras tinha acesso à internet no ano de 2007. É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) 2007, divulgada hoje esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa demonstra um grande avanço em relação a 2001, quando o item passou a fazer parte das estatísticas. Naquele ano, havia 6 milhões de domicílios com microcomputador, sendo 4 milhões com conexão à internet. Em 2007, dos 56,3 milhões de residências brasileiras, 15 milhões tinham computador (26,6%). Desses, 11,4 milhões tinham acesso à rede mundial.

Apesar do avanço, a distribuição regional dos lares com computadores e com acesso à internet ainda apontava desigualdades em 2007.

Mais da metade dos domicílios com computador (8,8 milhões) estava na Região Sudeste. Desses, 6,9 milhões tinham acesso à internet. O Sudeste era a região com o maior percentual de lares conectados à rede mundial de computadores no ano passado.

Em seguida apareciam o Sul (24%); o Centro-Oeste (18,4%), o Nordeste (8,8%) e o Norte (8,2%).

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