Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Augusto de Campos destrói a Folha de S. Paulo: ‘Viva Dilma, vaia aos vips’

Publicando, a pedido de Augusto de Campos, carta ao jornal Folha de S.Paulo: “Prezados Senhores.
Esse jornal utilizou, em 14 de junho de 2014, com grande destaque, o poema VIVA VAIA, de minha autoria, (Continue lendo…)

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POPULARIDADE EM BAIXA: DILMA ROUSSEFF PAGA O PREÇO DE TER TUCANO EM CARGO ESTRATÉGICO DO GOVERNO FEDERAL

Português: Dilma Rousseff faz o primeiro pronu...

Paloccização de Dilma Rousseff

Depois de dois anos e meio repassando dinheiro sem fim para empresas de mídia que agem como partidos oposicionistas, Dilma Rousseff enfrenta uma queda na aprovação governamental de forma vertiginosa.

A revelação do site Vi o Mundo, de que há um tucano em cargo estratégico da Secom (Secretaria de Comunicação) apontam para as dificuldades futuras do governo de Dilma Rousseff.

Durante dois anos e meio, o governo de Dilma Rousseff manteve a obscena distribuição de verba para os grupos controladores de mídia e que fazem oposição ao seu governo. A verba para esses grupos poderia ter a intenção de evitar ataques mais duros, mas de nada adiantou. As manifestações de junho e a manipulação midiática dos protestos fizeram as bases frágeis da comunicação minarem e a aprovação do governo despencar.

Sem construir uma pluralidade de informação mínima e sem democratizar a verba publicitária, o governo Dilma Rousseff se viu refém de sua própria gestão de comunicação, ainda que tenha obtido grande sucesso na área econômica.

Segundo matéria do próprio Estadão, o govenro Lula/Dilma  reduziu a desigualdade em 80% das cidades nos últimos 10 anos . É um feito espantoso diante da própria situação da década anterior, governada pelo PSDB, quando a desigualdade vinha aumentando.

Mesmo assim, com esses índices grandiosos, o governo se tornou frágil após as manifestações de junho. É possível que se recupere, mas veja que contradição essa fragilidade.

Dilma não entendeu que não basta a infraestrutura.

Veja mais:

PARA FERNALHA HILARIANTE: DILMA ESCULACHA COM PASTOR FELICIANO

E-MAIL DO ADVOGADO VALTER UZZO, CONTRA OFENSAS QUE CONSERVADORES FAZEM A LULA E DILMA, É UMA PEÇA DE SENSATEZ

Foto: Brasil 247Do site 247

Um dos mais importantes especialistas do País na área trabalhista, o advogado Valter Uzzo criou um fato político ao enviar para amigos e-mail remetido para um de seus conterrâneos da cidade de Pompéia, no interior de São Paulo, chamado apenas por Lara, listando uma série de argumentos contrários à proliferação de spams jocosos sobre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Roussseff.

Ex-presidente do Sindicato dos Advogados de São Paulo, Uzzo, no texto, descreve o cenário histórico da presença e influência das forças conservadoras na política brasileira.

O e-mail de Uzzo está sendo velozmente disseminado pela internet, ganhando status de peça política contra a discriminação ideológica às forças de esquerda.

Abaixo, o conteúdo completo:

Caros

Um amigo meu de infância passou a me mandar um volume enorme de e-mails com piadas, comentarios e afirmações  sempre depreciativas em relação ao Lula, Dilma, PT, etc. A situação foi em um crescendo tal, que atingiu as ráias da provocação e do insulto, até que, outro dia, resolvi responder. E mandei este pequeno texto, que é, em verdade, o que penso de pessoas como ele que, a  pretexto de criticar, escondem hipocritamente suas indéias e concepções.

Abcs.

Valter Uzzo

Sent: Tuesday, February 05, 2013 3:42 PM

Caro Lara:

Tenho, quase que diariamente, recebido os seus e-mails, que trazem piadas, “fotos interessantes”, e  propaganda daquilo que, politicamente, você acredita. Quero crer que estou me dirigido à pessoa certa, ou seja, ao Lara que conheci em Pompéia, na infância e adolescência. Se assim é, tenho algumas gratas recordações, de nossa convivência que, ao tempo, pela idade e sem as agruras que viríamos a experimentar durante a vida, era muito boa. Recordo-me mesmo que uma das suas habilidades, invejada por todos nós da mesma classe ginasial, era a incrível capacidade que tinha de “colar”,  já que você se abastecia  de um grande estoque das “sanfoninhas” (era o tipo de “cola” da época), que escondia perfeitamente em sua  mão direita e que lhe permitia  -grande perfeição !- colar sem interromper a escrita e, -perfeição maior !-, até mesmo diante do olhar atento do professor. Ao que me recordo, nunca, nenhum dos professores, na fiscalização que faziam, conseguiu algum êxito  diante de você. Nesse partícular, você era imbatível.

Mas, deixando-se de lado tais reminiscências, eu estou me dirigindo à você para tratar de assunto que, diante de sua volumosa correspondência eletrônica, parece lhe interessar: trata-se de questões que envolvem a visão que temos da forma como vem sendo dirigido este país,  melhor dizendo, a questão política. Para se ter uma conversa franca, devo dizer que temos uma visão de mundo muito diferente. Acho mesmo, oposta. Em minha profissão (sou advogado) acabei aprendendo a conviver na divergência, já que, diariamente, senta do lado de  lá da mesa de audiência, ou dos autos do processo, um colega de mesmo grau de escolaridade que defende justamente o contrário. Adversário. Mas, terminada a audiência, retomamos o relacionamento, ou seja, é um aprendizado constante e permanente, a nos ensinar que devemos respeitar os que pensam de forma diversa. Transposta tal relação para a política, também aprendi a respeitar aqueles que tem uma visão de mundo diferente da minha,  embora com eles não concorde. Entre tais “adversários” de pensamento existem dois tipos: os que assim agem por convicção, e os que agem por interesse. Creio que você se  enquadra entre os primeiros, ou seja, você tem ideias, a meu ver,  que eu classifico como “conservadoras”, mas que são catalogadas no jargão político comum  como  “reacionárias”, ou por alguns “direitistas”, ou, se formos levar ao extremo a sociologia política, “fascistas”. Para  mim, no entanto, você é um  “conservador”, por convicção. E é aí que eu quero conversar com você.

Existe  no Brasil uma forte corrente de pensamento conservador. Sempre existiu, aliás, durante o império e durante a república,  todos os presidentes e Governos , até 2003, sempre tiveram um perfil conservador, uns mais outros menos. Todos. Getúlio Vargas (1º Governo, ditadura) liderou uma “revolução” -que não era revolução no sentido sociológico do termo- contra práticas condenáveis da República Velha, só isso.    Pertencia a elite agrária, era fazendeiro e fez um Governo ambíguo, criando uma  legislação trabalhista (que estava sendo criada, ao tempo, por quase todos os países de mesmo grau de desenvolvimento que o Brasil),  e criou dois partidos políticos  – o PTB, para lhe servir – e o PSD, conservadoríssimo, para ajudá-lo a governar. No mais, encarcerou a oposição e restringiu as liberdades públicas.. Em 45 foi substituído pelo Dutra (outro conservador), que dissipou todas as reservas cambiais  que havíamos acumulado com a substituição das importações, durante a guerra. Getúlio volta em 1950  e aí, após um início de governo meio indefinido, começa a aproximar-se de  ideias progressistas, mas não conseguiu implementá-las, já que, ameaçado de deposição, suicidou-se. Juscelino foi um inovador em realizações, mas seu governo, embora aparentemente liberal nos costumes, sempre  foi um produto das classes dominantes e um fiel seguidor da política americana. Jânio se foi muito rápido , e Jango também nada tinha de progressista: era filho de uma família  de riquíssimos fazendeiros, era despreparado para a função e sua queda  dá bem a medida de seus compromissos de classe: preferiu viver rico no exílio, do que participar ou liderar uma revolução popular com a qual não se identificava. Seguiram-se  os governos militares, Sarney,  Collor, Itamar e  Fernando  Henrique. Se examinarmos todas as medidas tomadas por tais governos (algumas muito boas, até) veremos que  nenhuma delas teve a preocupação ou conseguiu alterar o sistema de distribuição de renda no país, -um dos mais injustos do mundo. A dívida externa sempre em patamares impagáveis, o salário mínimo medeando entre U$ 80  a U$ 120 dólares,  lenta queda da mortalidade infantil, poucos avanços na afalbetização, grande transferência de rendas para o exterior, sistema de saúde pública catastrófico, destruição da escola  pública,  gigantesca falta de moradias e favelização, polícia corrupta, Justiça que não funciona,  previdência privada mais cara do mundo, seguros mais caros do mundo, alta tributação e assim foi. Só discursos, só demagogia,  e muita roubalheira.

Aí vieram a eleição em 2003, reeleição do Lula e eleição da Dilma. Muitos erros, houve e há corrupção, muitas coisas não deram certo, os quadros do PT, em grande parte,  eram despreparados para administração, enfim, as coisas não saíram como o PT pregava.  No entanto, o salário mínimo triplicou (em dólares), a renda familiar cresceu, a dívida externa foi paga, o consumo aumentou muito, o emprego cresceu ( e o desemprego despencou)  e o Brasil conseguiu crescer,   ao meio de uma grande crise internacional .Caro Lara, esses são fatos . Fato é fato, não é discurso, nem proselitismo político, nem palavrório. FATOS. O País está em regime de pleno emprego ( é a 1ª. vez em nossa história que isso acontece), e no ano de 2011, em um universo de 200 países,  fomos o 4º. País do mundo em receber investimentos externos, só atrás dos Estados Unidos, China e Hong Kong (notícia do Times, reproduzida no Estadão e Folha na semana passada, com pouco destaque). A arenga  de que o Governo, em 2003, pegou uma condição internacional favorável é coversa para boi dormir:  muitos outros países não progrediram, muitos  entraram em crise, o sistema financeiro internacional  em 2008 quase ruiu, enfim, o Brasil navegou muito bem por sua conta e seus méritos. Pensar de  modo diverso é revolver a mentalidade colonialista.

Mas, estou eu a pretender que você se torne um apoiador do Lula e da Dilma ? É claro que não, até porque na nossa idade ninguém muda mais. É que eu acho que essa sua “cruzada” contra,  poderia ser muito mais consequente e séria. Já que na clássica definição “partido político é a opinião pública organizada”, porque vocês, conservadores, não fundam um partido que expresse tal  ideologia ? A grande farsa que existe é que os conservadores, ou os direitistas, ou os neoliberais, não assumem o próprio rosto. O PSDB (neoliberal) não se diz neoliberal, diz que vai mudar, que é de centro esquerda, que é progressista, e outras baboseiras mais.    Porque não se diz  neoliberal, e faz um programa neoliberal ?. E vocês, conservadores, porque não se assumem, e fazem um programa com o conteúdo daquiIo que vocês acreditam; contra as cotas, contra o aborto, contra o casamento gay, pela redução dos direitos trabalhistas, dos impostos, por uma política externa mais invasiva, etc, etc, , tal qual o Partido Republicano (Conservador) dos Estados Unidos ? Se você fizer as contas, aqui como lá,  o eleitorado se divide, o que, aliás, ocorre em todos países civilizados  (França Inglaterra, Austrália, Itália, Espanha, Alemanha, Austria, etc, etc, etc). Ou seja, no mundo todo, o eleitorado se divide em conservadores e progressistas. Mas, aqui não, em razão da hipocrisia política da direita, a luta não é limpa.  Estimule a criação de um  verdadeiro partido conservador, que defenda  as teses conservadoras e o modo de governar  conservador e aí, sim, teríamos um debate limpo, direto, sem enganações, sem subterfúgios. A meu ver, essa situação da direita esconder suas verdadeiras propostas,    de vestir um manto progressista quando não o é,  é a pior  forma de trapacear uma nação, posto que esconde seus verdadeiros desígnios.  Em suma,já é tempo de  sair do armário e vir corajosamente para o  debate de ideias.

O outro ponto que gostaria de conversar com você  é sobre a forma negativa e pejorativa de sua “crítica” política. As piadas, imagens, dizeres, etc, que se referem aos que não pensam como você, revelam um rancor que tem de tudo: preconceito, desinformação, insultos, etc. Se você acha que este tipo de crítica desperta alguma simpatia para as suas ideias, ou fazem mal a figura dos  criticados, então está na hora de você fazer algumas reflexões sobre o que muda as pessoas. Uma pessoa decente muda de opinião quando você demonstra que ela está errada. Só não mudará se tiver “interesses” em se manter  no erro, ou, então,  se por  alguma razão (preconceito, ignorância, intolerância, irracionalidade, etc) não entender o seu erro e o significado da mudança.  Fora disso, a  “propaganda” pejorativa  contrária é um tiro na culatra. E isso é tanto no aspecto individual como coletivo. O Lula cresceu eleitoramente depois que mudou sua imagem para o “Lula, paz e amor”. Antes, o eleitorado  preferia  o FHC, com sua voz e modos blandiciosos. Serra com sua linguagem belicosa só perdeu votos. Obama derrotou duas vezes os seus adversários com um discurso suave,  sofrendo agressões de todo os  lados. O Berluscomi e Sarkosi, na  Itália e França,  perderam as eleições, em razão de suas práticas autoritárias e arrogantes.     Enfim, na medida que a sociedade evolui, essa linguagem truculenta, ofensiva,  enganosa, que intui uma falsa moralidade e prega medidas radicais  extremadas (para os outros, nunca para si) vai caindo em desuso, não engana mais ninguém. Pode ter servido em outra época, chegou a levar os hitlers  e mussolinis ao poder, mas, hoje em dia, ninguém mais cai neste canto de sereia. As pessoas querem é ser convencidas, sem imposições.

Bem, fico por aqui. Se você quiser prosseguir mandando-me os e-mails, gostaria que não mais me enviasse os relativos à política, a não ser quando nesta terra tiver um partido conservador, ou direitista, ou de natureza fascista ( o Plínio Salgado pelo menos teve coragem e  honestidade criando os “camisas verdes”), para que se possa ter um debate decente e honesto. Daí sim, quem sabe, talvez até eu me convença de que existe alguma verdade nessas ideias trapaceadas e escondidas sob o manto de uma falsa moralidade. Ideias tão escondidas, tal   como você fazia com as colas  e era invejado por toda  classe.

Abraços  e saudades.

Valter Uzzo

PS:   Se você não é a pessoa que eu penso, peço desculpas.

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GRANDE MÍDIA ESTÁ FELIZ COM DILMA ROUSSEFF, MAS NÃO COM LULA, QUE INSISTE EM ENFRENTÁ-LA NAS URNAS

Dilma agrada cada vez mais aos donos do poder ideológico

A grande mídia nunca esteve tão feliz com a presidenta Dilma Rousseff. Recentemente é comum verificar uma análise crítica, mas não rancorosa contra a presidenta. Até elogios surgem.

Ao afirmar que não vai participar das eleições municipais, agora mesmo é que Dilma está agradando. As chances de vitória dos partidos conservadores ficam bem maiores sem a presença de Dilma e sua aprovação popular. A pedra no sapato da mídia agora continua sendo Lula que já avisou que vai participar. Para a mídia, é preciso destruir Lula. Dilma está enquadrada.

O governo Dilma mantém a estrutura de controle político do país nas mãos dos grupos ligados aos grandes grupos de comunicação. A grande mídia parece que já se convenceu de que Dilma Rousseff ficará oito anos no governo e não será fácil retirá-la.


Dilma, por seu lado, também parece manter as estruturas de controles intactas. Veja que Dilma foca a economia e uma gestão da administração pública, que com certeza trará grandes benefícios para a população, se for bem sucedida, assim como trará grandes benefícios para os grupos que estão no poder, mantendo a desigualdade obscena da sociedade brasileira, e que gera tantos eventos criminosos e de instabilidade social.


Veja que não se ouve mais falar de Ministério da Cultura, direito autoral, avanço nos pontos de cultura, democratização da comunicação etc dentro do governo. A ministra Ana de Holanda já foi mais pop. Não há qualquer novidade nessas áreas. As áreas de comunicação e cultura são fundamentais para o avanço de longo prazo do país, o que permitiria amenizar a desigualdade social e o controle político e econômico de grupos que há séculos mantém a desigualdade reinante.

Ainda que timidamente, houve avanços no governo Lula, mas isso se tornou “imexível” no governo Dilma. Ou seja, Dilma faz um governo de médio e longo prazo na infraestrutura econômica, mas não mexe na infraestrutura política e cultural, que está profundamente arraigada nos oligopólios artísticos e de comunicação. Dilma faz o seu tapete e será reeleita, mas manterá certa incerteza para o futuro do país, permitindo que governos autoritários e golpistas possam ser aceitos por uma sociedade sem pluralidade de cultura, comunicação e informação.


O projeto tocado pelo governo Dilma Rousseff agrada à grande mídia, porque não mexe no seu curral ideológico. Na realidade,  é o projeto que a mídia gostaria que o PSDB fosse capaz de tocar, mas o partido foi incompetente para tal função. Folha, Estado, Globo e Veja (Abril) já engoliram Dilma.
Isso parece bom para o governante ter segurança e aprovação, mas traz a certeza de que o governo é um gigante de pés de barro.

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PESQUISA DATAFOLHA SOBRE INFLAÇÃO E PALOCCI MOSTRA QUE HÁ UMA CRISE NO PODER DE CONVENCIMENTO DA GRANDE MÍDIA

Na Barão de Limeira se perguntam: o que deu errado?

A pesquisa Datafolha, que avaliou a repercussão da recente cobertura midiática sobre inflação e sobre o ex-ministro Palocci, serve mais para avaliar o poder de convencimento da grande mídia do que para avaliar o governo Dilma Rousseff. E os dados não são nada animadores para aqueles que sempre exerceram o coronelismo midiático, isto é, a capacidade de destruir ou elevar um político.

A grande mídia brasileira criou o maior forfé com dois temas nos últimos meses: inflação e Palocci. Mas esses dois temas não são tão interessantes para o público, que conhece a oposição e também a grande mídia. No caso da inflação, foi uma crise fabricada, visto que não houve qualquer mudança dentro das expectativas governamentais. A do Palocci também não surtiu efeito. Matéria da Folha mostra a dificuldade da mídia de abalar o governo Dilma.

Veja só:pesquisa Datafolha realizada nos dias 9 e 10 de junho mostra que 49% dos entrevistados consideram Dilma como ótima ou boa. No último levantamento, de março, eram 47%. Ué, melhorou?

Aprovação de Dilma resiste à inflação e crise, diz Datafolha

A crise que levou à demissão do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e a alta da inflação não tiveram impacto negativo na aprovação do governo Dilma Rousseff.

Mas a imagem pessoal da presidente foi afetada, de acordo com a pesquisa. Houve ainda uma piora generalizada nas expectativas com a economia, principalmente em relação à inflação.

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 9 e 10 de junho mostra que 49% dos entrevistados consideram Dilma como ótima ou boa. No último levantamento, de março, eram 47%. (Folha)

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FURO DE REPORTAGEM: PEDIDO DE IMPEACHMENT DE GILMAR MENDES, MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, NÃO É NOTÍCIA
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PARA FOLHA DE S. PAULO, R$ 160 VALE MAIS DO R$ 1,6 MILHÃO

SERRA MIL CARAS: ELEITORES DE DILMA ROUSSEFF TENTAM REVERTER BAIXARIA DA CAMPANHA DE SERRA NA INTERNET COM VÍDEOS POSITIVOS

Do Blog do Rovai

Conversando com alguns tuiteiros há pouco tive uma idéia que queria compartilhar com vocês.

Ninguém agüenta mais essa onda de spams atacando a candidatura Dilma das formas mais torpes possíveis. Aliás, o Rodrigo Vianna desmascarou um desses esquemas bandidos no seu blogue.

Mas não é fácil lidar com isso.

Porque não dá para fazer o mesmo e sair por aí espalhando ataques pessoais contra o candidato Serra. Isso transformaria a campanha num lamaçal. E na lama, quem leva são os que estão acostumados com ela.

Poderíamos inverter esse jogo.

Contra um email bandido, muitos emails sinceros a favor do Brasil.

Cada um gravaria um depoimento em vídeo explicando os motivos que o levam a querer que o Brasil siga o rumo que se iniciou com Lula em 2002. O ideal seria vídeo, porque isso levaria a pessoa te ver, te ouvir…mas se não der pode ser texto.

Os vídeos seriam curtos. Feitos ou com câmeras fotografias ou mesmo com a câmera do computador.

O depoimento seria postado no youtube e enviado para a sua lista de amigos.

Depois se você recebesse um depoimento bonito e legal de outra pessoa, também repassaria.

Essa corrente iria sendo alimentada e você teria vários depoimentos pra passar pra frente. De repente recebe um baita depoimento de um jovem, passa pra sua lista de amigos jovens. Se rola de um idoso, prioriza as pessoas mais velhas.

Isso serviria tanto pra responder esses emails canalhas, quanto para convencer um amigo.

Legal seria se a campanha da Dilma gravasse uns 50, 100 depoimentos desses de gente que vive nos extremos do país e ajudasse na construção dessa corrente.

Mas isso é outra história.

Quem topa participar bota o dedo aqui e faz um comentário aí embaixo.

Vamos virar esse jogo dos emails na internet.

Fazendo exatamente o jogo que eles não estão acostumados.

O jogo limpo.

Atualizando:
1) Segue o primeiro depoimento sugerido. Esse você já pode passar pra frente.

2) Quem tiver gravado os seus vai postando o link aí nos comentários que até o fim do dia eu vou fazer um post com eles.

3) A campanha da Dilma me procurou e está pensando em tornar essa idéia em algo da campanha. “Dilma é muitos, Serra Mil Caras”.

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1989-2010: VINTE ANOS SE PASSARAM, MAS A VELHA MÍDIA CONTINUA A MESMA
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA: ESTADÃO ASSUME CANDIDATURA SERRA A UMA SEMANA DA ELEIÇÃO
JORNALISMO NO FUNDO DO POÇO: FOLHA DE S.PAULO, A ESCANDALOSA
FOLHA DE S.PAULO FAZ JORNALISMO BOA NOITE CINDERELA: FILIADO AO PSDB, EX-PRESIDIÁRIO VIRA CONSULTOR E EMPRESÁRIO

INTERNAUTA DIZ QUE VAI COMEMORAR A VITÓRIA DA DILMA E A DERROTA DO PIG COM MUITA CERVEJA

Por Ana Acevedo

Nem sei se vibro mais com a vitoria da companheira Dilma, a primeira mulher que subirá a rampa eleita pelo povo para presidir o país, ou se com a derrota dessas empresas mafiosas, que sempre mandaram na vida politica e economica do Brasil. Mandaram até FHC é bom que se frise. Com Lula foi diferente e continuará a ser com a sua sucessora.

No dia 03 irei comemorar a vitoria de Dilma e a derrota do PIG com muita cerveja e muita alegria.

PIG- Partido da imprensa Golpista

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JORNALISMO MARIA VAI COM AS OUTRAS

O caso do suposto “dossiê” dos gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é o máximo exemplo do jornalismo sem senso crítico. Na maioria da grande mídia (e das médias também) acusa-se a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (foto), sem qualquer discernimento. O PSDB está na função dele; bater no governo. O problema é o jornalista babão (ou seria inocente?) que entra na onda e reproduz qualquer factóide como se fosse uma notícia importante. Há, na verdade, uma espécie de coerção da profissão; se todo mundo diz que é dossiê, o jornalista mais crítico se sente constrangido para contrariar o senso comum, principalmente dentro das grandes redações. Se fizer isso, ele é chamado de chapa branca, governista, etc. É uma espécie de consciência sitiada. Mas o velho direitista Nelson Rodrigues já dizia que toda unanimidade é burra.

Um jornalismo um pouco mais sério e ético diria que investigar a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) seria o mínimo que o governo deve fazer. É incrível. A grande mídia, que sempre foi investigativa, trabalha para esconder os gastos banais de Fernando Henrique. Se todos os governos investigassem os anteriores, a corrupção diminuiria bastante no Brasil. A mídia está trabalhando para a corrupção, tentando intimidar governos que levantam informações de gestões anteriores. É obrigação da Casa Civil investigar e divulgar gastos excessivos de ex-governantes. Assim, o próximo governo deve agir. Elaborar e divulgar para a sociedade os gastos que foram escondidos no governo Lula (PT). O pior de tudo isso: o gabinete do senador Álvaro Dias (PSDB) criou e vazou a história e a Veja engoliu (ou ajudou a construir?), o resto você conhece. Maria vai com as outras.

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